quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

FALANGES MISSIONÁRIAS

HISTORIA DOS MAGOS E DAS NITYAMAS


                Foi na Grécia, numa cidadezinha que, segundo a Tia Neiva, chamava-se Nityama, muito árida e seca, a ponto de os homens partirem para a caça e para as guerras, formando Legiões enormes, deixando a cidade por canta das moças. Foi nessa cidade que as Nityamas receberam a primeira evolução, depois que elas se evoluíram, já como sacerdotisas, foram para a Índia.
Acho também, dizia Tia Neiva, que foi um nome dado por um mensageiro a uma profetisa, uma das pitonisas daquela aldeia, daquela tribo.
Naquele tempo não existiam os nomes Esparta, Grécia e Índia, existiam apenas os lugares, mas pela tradição dos homens, de saírem em tropas, deduz-se que eram espartanos ou gregos, só tinham diferença de nomes, mas tudo era Planície Peloponense, onde fizemos muito.
A nossa vida foi toda ali na Macedônia, todos nós temos mesmo a nossa origem grega, como Ciganos. Existe a falange de ciganos, mas naquele tempo todo mundo era nômade, não se tinha uma origem, muitas vezes um chegava perdido naquela aldeia.
A preocupação de DEUS era reunir os grupos familiares e incentivar o homem para as grandes conquistas na Terra, porque as lutas é que nos trouxeram até aqui, as conquistas de novos mundos, novas terras e de novas idéias.
Logo depois veio o sacerdócio na Índia das Nityamas, que já era urna coisa mais purificada, porém desde aquele tempo longínquo da Grécia as Nityamas sofriam saudades dos seus entes queridos, que partiam para a guerra e muitas vezes não voltavam, outros voltavam às vezes corno prisioneiros, e estes entravam naquela mesma origem.
A pitonisa que recebeu o nome de NITYAMA era uma mulher muito formosa, que possuía muitos dons mediúnicos e foi MAGDALA o seu nome verdadeiro, até hoje conhecido nos planos espirituais. Ela morava em uma daquelas províncias muito antiga, perto da Índia, conhecia ervas, fazia trabalhos, invocava espíritos, onde começou a desenvolver um grupo de moças que passaram a ser chamadas de NITYAMAS.
A força de Magdala era tão grande que começou a dar condições aos homens de voltar e ela mudou completamente a natureza daquela cidade e da região em que vivia.
O fato é que ela foi adquirindo evolução e tinha a Voz Direta do Céu, como temos hoje aqui no Vale do Amanhecer, dizia Tia Neiva.
Ela foi crescendo e dali surgiram muitas princesas, muitas fidalgas, vinham de longe para ser uma Filha de DEVAS.
A MAGDALA é a madrinha dos DEVAS e a MADRUXA, por sua vez, é a madrinha das NITYAMAS.
Elas faziam fogueiras, invocavam espíritos, protegendo dos males da guerra os maridos, os noivos e todos os homens daquela tribo. Invocavam a ponto de fazerem mesmo eles voltarem, contudo, eles demoravam muito, custavam a voltar com suas tropas, era uma vida muito triste, mas o espírito que elas tinham de Guardiãs era tão sincero e sublime que alimentava as suas vidas.
Na realidade elas eram solitárias mesmo, e quando os homens voltavam, formavam brincadeiras, dançavam em volta da fogueira, cobrindo o rosto com um véu e eles, deslumbrados com as danças e com a beleza daquelas jovens, escolhiam entre elas a sua esposa e, no momento do pedido, o soldado descobria o rosto da jovem Nityama e casavam-se, fazendo rituais, sempre em volta de uma fogueira, onde residia a força delas.
Certa época começou uma epidemia, moléstia que se alastrou por toda a região, causando temor a toda a população. A causa da epidemia não foi descoberta pelos médicos da época, muito menos pelos curandeiros, que naquele tempo se faziam muito presentes.
Enquanto a doença se alastrava, dizimando famílias, os esforços eram em vão. As vítimas nada podiam fazer, a não ser aguardar a hora da morte. O pânico foi geral e a preocupação crescia a cada instante, até que um raio de esperança surgiu trazendo a cura e o conforto aos desesperados.
A cura tão esperada estava nas mãos de uma das moças daquele grupo de jovens, que com simplicidade usava os seus poderes, fazendo a cura dos doentes.
Logo a população tomou conhecimento do fato e os enfermos formavam grandes filas na busca de suas curas. Ela fazia tudo isso por caridade, sem receber nada em troca. Tudo corria normalmente, até um certo momento.
Quando as autoridades médicas ficaram sabendo que havia uma moça curando a citada moléstia, não admitiram de forma alguma. A partir daquele momento ela passou a ser um obstáculo para a medicina local, os médicos estavam perdendo os seus ganhos e o próprio prestigio como profissionais. Precisavam recuperar e conservar a sua reputação.
Assim sendo, as autoridades competentes tomaram a decisão de expulsá-la da cidade, e ela teve que obedecer e deixar aquela localidade, se afastando da família e do grupo a que pertencia, porém, a união do grupo era tão forte que algumas jovens a seguiram.
Elas se instalaram em tendas muito humildes, em uma cidade vizinha, e os moradores da cidade chamavam-nas de NITYAMAS, pelo fato de terem vindo de uma cidade com esse nome.
As Nityamas sozinhas enfrentaram a pobreza e, naquela época, elas juntavam pedaços de tecido colorido e faziam as suas roupas, sendo a razão pela qual, hoje, a Indumentária da Nityama é formada de nesgas coloridas.
As Nityamas faziam coisas magníficas, teatros, festas, mas tudo delas começava com a fogueira, uma atitude muito autêntica das ciganas, ali elas liam as mãos, das pessoas e faziam previsões do futuro. As pessoas viajavam distâncias muito grandes para verem as Nityamas.
As tropas que pertenciam a outras tribos, naquele mundo, passavam por aquela região e tinham um medo enorme das Nityamas, porque elas manipulavam os fenômenos meteorológicos, praguejavam e quando pediam chuva, elas invocavam os Deuses da Natureza, fazendo chover.
Eram respeitadas, e ficaram conhecidas como Filhas dos DEVAS. Nityama significa Filha dos Deuses, Filhas da natureza, elas controlavam o Sol e a chuva, e eram temidas até pelos piratas.
Elas progrediram muito, e outras moças solitárias de outras cidadezinhas iam encontrar com aquele grupo de Nityamas, porque era comum em todas as cidades ficarem somente as mulheres, e os homens saiam com as tropas em busca de conquistas, eram mercenários.
As Nityamas eram fabulosas, mas é preciso ter um espírito de Nityama para ser realmente uma Nityama.
Aqueles homens que saiam com as tropas e ficavam impossibilitados de lutar, voltavam para a cidade, para a aldeia, ficavam para tomar conta e ajudar as Nityamas. Estes homens eram os MAGOS, eles ajudavam e profetizavam. Tinham, também, faculdades mediúnicas, desenvolviam a sua mediunidade, adivinhavam e possuíam uma doutrina. Eram também aqueles jovens que atravessavam os mares, e traziam uma Doutrina, um esclarecimento do que era a vida neste universo.
Assim como Magdala, os Magos tinham comunicação com DEUS, com os Planos Espirituais, porém nossa civilização não falava em Planos Espirituais, existia, para eles, apenas um DEUS e, somente depois de JESUSé que foram formados os Planos Espirituais, como o Canal Vermelho e outros.
Os Magos faziam muitas coisas e, juntamente com as Nityamas, realizavam uma festa que era o preparativo dos Mestres, onde as jovens cobriam o rosto com um véu e os homens que chegavam escolhiam entre elas as suas noivas. Por isso é que a Nityama só poderá ser solteira, caso contrário, poderá correr o risco de uma nova escolha.
Era um ritual muito bonito, e Tia Neiva deu graças a DEUS, na ocasião em que contava esta história, porque na época as forças já favoreciam o desenvolvimento destes rituais.
As Nityamas e os Magos fizeram a primeira obra do mestrado, quando existiam as Zíngaras, que se juntavam para a realização dos rituais. As Zíngaras eram as mesmas Nityamas que trocavam apenas de Indumentária, porém podiam ser solteiras ou casadas.
Hoje as Nityamas e os Magos são os médiuns que vieram para atender o mestrado, formar as Filas Magnéticas, fazer as Côrtes para os rituais, Imantrar os ambientes, abrir a “Chama da Vida”, receber as energias dos mestres que descem da Estrela Candente, ocupar a Cassandra, fazer Côrte para a abertura do Oráculo e Cruz do Caminho, atender os trabalhos realizados no Turigano, na Estrela Sublimação, Sanday de Tronos, conforme as leis escritas deste Amanhecer, servir aos “Adjuntos” quando convocados e ornamentar o Templo onde estiverem, conduzindo a beleza nos trajes e no seu porte no Templo. As Nityamas e os Magos são responsáveis, também, pelas aulas do Pequeno Pajé.
Não é somente com o uniforme que a Nityama deve se portar como Nityama. Nas incorporações nos Tronos, mesmo que ela não esteja de Indumentária, deverá estar sempre com um véuzinho cobrindo o rosto para incorporar, para entrar nas Filas. Mesmo que esteja com o uniforme de Jaguar ou Branco, deve usar um “mantinho” para ser conhecida pelos DEVAS e pelo povo.
Quando estiverem no Templo, devem ter o porte de uma moça, de uma Missionária, usando a sua Indumentária com elegância, sendo muito perigosas as brincadeiras.
As Falanges de Nityamas e de Magos foram criadas em 1974, quando foi preparada uma Côrte para a entrega do primeiro ritual de entrega de “Diploma de Doutrinador”, no dia 1º de Maio e, logo em seguida, eles começaram a receber as primeiras orientações e a preparação para o Mestrado.

FALANGES MISSIONÁRIAS

                                                          FRANCISCANAS
                     Fomos tribos de Guerreiras, não conhecíamos civilização, mas éramos unidas e lutávamos pela sobrevivência e sempre em proteção aos mais fracos, ou seja, de tribos menores.
Quando uma tribo lutava contra outra, tinha sempre o cuidado de enterrar os derrotados, quer estivessem vivos ou mortos. Então nós, as Guerreiras, saíamos à noite e, com as mãos, desenterrávamos e retirávamos os vivos para curá-los.
Fazíamos sapatos de nossas vestes para colocarmos nos pés feridos dos doentes.
Fazíamos túneis que chegavam até os depósitos de mantimentos dos castelos (com a ajuda dos serviçais dos mesmos), e de lá roubávamos o que podíamos para as tribos necessitadas. Muitas vezes levávamos tanto, que morríamos carregando os fardos tão pesados.
Mas, quando entrávamos em luta éramos ferozes, exigentes conosco mesmas e em obediência a quem nos comandava. Sempre unidas, sem pedir nada em troca.
Convivíamos pacificamente com um povo também guerreiro, que levava doentes para serem tratados por nós. Este Povo era chamado de “FADINHAS”, e vivia nas matas sempre ajudando aos que precisavam.
Fomos enfermeiras incansáveis, nas guerras, sempre tentando salvar vidas. Fomos senhoras de engenho, fazendeiras (principalmente na época do Angical).
Muitas foram Rainhas, Princesas, Aias, Prostitutas, Ciganas, Senhoras de Centuriões, de Gladiadores, de Lacaios, de Carrascos, de Ladrões, de Andarilhos, de pobres e de ricos por várias encarnações.
Depois dessas encarnações, tornamos a nos encontrar como CLARRISSAS, em 1181 em Assis, e novamente em 1981 como FRANCISCANAS no Vale do Amanhecer.
Nós Franciscanas temos como modelo CLARA DE ASSIS, que em situação histórica, verdadeira e semelhante a FRANCISCO DE ASSIS, rompeu radicalmente sem usar violência, com todas as convenções do seu tempo.
Nossa história como CLARISSAS (uma de nossas encarnações mais marcantes), começou no ano de 1181 e 1182.
CLARA DE ASSIS ou CLARA DE OFFEDUCCIO conheceu FRANCISCO DE ASSIS na Igreja de São Rufino, e deste encontro surgiu uma imensa simpatia e amizade.
             CLARA ansiava participar do Movimento Cristão que FRANCISCO DE ASSIS comandava, e com este conhecimento esperava ela que a ocasião seria esta.     
                                                           CANTO DAS FRANCISCANAS

JESUS!
NESTA BENDITA HORA,
VENHO UNIR-ME ÀS MINHAS IRMÃS
E EMITIR O MEU CANTO.
O CANTO DA MISSIONÁRIA,VINDA DO MUNDO VERDE.
EU SOU , JESUS,A FRANCISCANA DE ASSIS ,
O SIMIROMBA DE DEUS PAI TODO PODEROSO,
QUE ME ENSINOU,A VERDADEIRA CURA DESOBSESSIVA,
DOS CEGOS, DOS MUDOS  E DOS INCOMPREENDIDOS.
SEMPRE ,JESUS,
EM TEU SANTO NOME
VIVEREI SEMPRE,AO BEM DOS QUE NECESSITAREM DE  MIM.
EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPIRITO.
SALVE DEUS!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CONTINUANDO -. FALANGES MISSIONÁRIAS

HISTÓRIA DA CAYÇARA
FALANGE DAS CAYÇARAS
                                       
Salve Deus!
               A Princesa Cayçara quando encarnada neste Plano Físico era uma Cabocla que vivia na mata selvagem, e comandava um grande povo, razão essa de ser o seu nome de origem indígena “CAYÇARA”.
              Naquela época havia tribos de índios guerreiros que, por sua natureza, eram rivais da Cayçara e de seu Povo, eles os perseguiam na tentativa de exterminá-los.
             Um dia a Cayçara teve uma visão, e por intuição começou a esconder seu Povo nas matas, prevendo a chegada daqueles selvagens guerreiros.
             Não tardou muito quando surgiram os rivais de sua tribo, sedentos de ódio, de maldade, de destruição, que a pegaram, pois a Cabocla Cayçara já sabia o seu destino, e por esse motivo ficou à mercê daqueles sanguinários para salvar o seu povo. Eles a maltrataram, fazendo-lhe muitas crueldades, terminando por sacrificá-la em uma roda de fogo.
            Assim desencarnou a Cabocla Cayçara, sem que os seus comandados (seu povo), sofresse o mesmo destino, ela desencarnou para salvá-los.
          O povo da Cabocla Cayçara, sem a sua liderança, se perdeu, e hoje no Plano Espiritual, ela na roupagem de Princesa Cayçara, está a reuni-los nesta missão, neste sacerdócio.
          A Falange das Cayçaras tem missão específica no trabalho de Estrela, razão pela qual trazemos em nossa Indumentária a miniatura da Estrela Candente.
          Somos as Caçadoras no Mundo dos Espíritos menos esclarecidos, e trabalhamos juntamente com as Falanges das Madalenas, das Muruaicys e com os Cavaleiros da Falange de Ypuena.
         A missão no Mundo Espiritual é muito bonita, importante e sofrida.
         As Caçadoras do Espaço vão aos Vales das Sombras, às Cavernas e, onde estiver uma Cayçara, com sua rede magnética, estará ao seu lado um Cavaleiro da Falange de Ypuena.
As Muruaicys seguem sempre na frente abrindo os portões magnéticos desses lugares (Vales das Sombras e Cavernas), onde encontram aqueles Espíritos que “por sua força e ferocidade, são Espíritos de tal forma deformados pelo ódio, por sua vibração negativa, que apresentam formas animalizadas e até monstruosas”.
As Muruaicys se aproximam dos portões magnéticos, jogam seu charme e vem cantando mantras muito bonitos e toda luz para aqueles Espíritos, que estão do lado de dentro dos portões que separam o mundo evoluído, dos negros abismos, das chamas ardentes, dos vales negros da incompreensão.Os Espíritos ficam admirando aquela beleza e, como que hipnotizados, são atraídos por aquele encanto, deixando-se levar e vão se aproximando dos portões e, quando pensam em se afastar, aparecem as Guias Madalenas que fazem no etérico, em frente aos portões, um poço de lama.
É uma lama pegajosa, de cor escura, repelente, onde elas (Madalenas) se jogam, transformando-se, mudando sua roupagem e ficando irreconhecíveis, semelhantes a esses Espíritos que as confundem e, na tentativa de agarrá-las, pensando serem elas da mesma condensação, são surpreendidos e aprisionados pelas redes magnéticas lançadas pelas Guias Cayçaras, não escapando nenhum.
Todos aqueles que ultrapassarem as barreiras dos portões de entrada são levados, pois os Cavaleiros da Falange de Ipuena, de honra e guarda das Cayçaras as protegem com seus escudos.
As Guias Cayçaras clamam pela presença e a Força do Cavaleiro da Lança Vermelha, do Poder da Cura Desobsessiva dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos, para ajudá-las a transportar esses Espíritos até a Estrela Candente.
Eles recebem no trabalho de Estrela Candente a Energia Ectoplasmática extraída do Plexo Iniciático dos Doutrinadores, deixada nos esquifes, recebendo a Doutrina como complemento e o lenitivo para sua dor, se energizando para que possam alcançar os Mundos Encantados de Deus Pai Todo Poderoso.
Nossa Mãe Clarividente nos pedia sempre em reuniões, que lutássemos juntas, unidas, com as mentes elevadas a JESUS Divino e Amado Mestre, para que em hipótese alguma viéssemos a magoar, ferir ou muito menos decepcionar a nossa Princesa Cayçara, uma vez que ela já sofreu muito tentando nos unir.
Salve Deus!

CANTO DA CAYÇARA


OH JESUS!
OH JESUS! DIVINO E AMADO MESTRE, QUEM TE FALA SOU EU, GUIA MISSIONÁRIA CAYÇARA, QUE RECEBEU DE DEUS PAI TODO PODEROSO, A HERANÇA TRANSCENDENTAL, JUNTO A POVOS QUE SE DESTINAM NA ESPERANÇA DE UMA NOVA ERA. SOU MISSIONÁRIA, VINDA DO MUNDO VERDE EM MISSÃO ESPECIAL, SOU ESPARTANA, SOU JAGUAR.
OH JESUS! SOMOS VIDAS COM DESTINOS IGUAIS, TRAGO A FORÇA DE SIMIROMBA MEU PAI.
OH JESUS! ESTOU A SERVIÇO DO REINO CENTRAL, NESTE ESCUDO JESUS! TRAGO O SIMBOLISMO DA VIDA E DO AMOR, NA ESTRELA QUE CONDUZO, QUE REPRESENTA O DEUS DO SOL E O DEUS DA LUA, QUE JUNTOS FORMAM A LEI QUE NOS REGE NESTE AMANHECER.
OH JESUS! EMITA A FORÇA, PARA QUE EU POSSA ACOMPANHAR OS PODERES DO CAVALEIRO DA LANÇA VERMELHA, E EM TEU SANTO NOME E DE DEUS PAI TODO PODEROSO, PARTIREI SEMPRE COM -0- EM TI JESUS QUERIDO. SALVE DEUS!

FALANGES MISSIONÁRIAS

FALANGE DAS GREGAS

                                Nossa Mãe Clarividente, numa Aula para as Gregas, nos relatou que as Gregas eram as jovens daquele Mundo Grego, as cidades estados, que foram se agrupando na sintonia do Deus Apolo, no Oráculo de Delfos, onde nossa Mãe Clarividente nessa época era Pítia a Pitonisa de Apolo.
                              Os Espartanos eram nessa época os maiores guerreiros do mundo, com grandes especializações, e inovaram as artes de lutas e guerras, e eram respeitadíssimos. Com poucos guerreiros os Espartanos conseguiam vencer batalhas com um número bem superior de inimigos. Os Gregos Espartanos ganharam tanta fama que alguns Reis alugavam Guerreiros para algumas batalhas.
Porém, depois que passaram a acreditar em Pítia, ou seja, nos poderes daquele Oráculo, esses Guerreiros só partiam após serem ionizados pela Pitonisa, e como venciam as batalhas, cada vez mais crescia a fama e a crença nos poderes do Deus Apolo.
Pítia pedia àquelas jovens para recolherem as armas dos feridos ou dos mortos para serem consagradas no Oráculo, pois acreditava que o Soldado que estivesse sem a arma e essa arma não fosse consagrada, seu espírito não se evoluía, ficava perdido e em pleno sofrimento.
Foram grandes missões executadas pelas jovens Gregas no socorro daqueles Guerreiros feridos, bem como no recolher suas armas. Estas jovens, durante consagrações, ficavam nos portões de honra e guarda, enquanto outras faziam aquelas filas, levando para o Oráculo aquelas armas dos Guerreiros.
                          Nos diz nossa Mãe Clarividente que esta é a origem das Gregas, que vem dessa época junto a Pítia e também a origem da Lança dessa Falange Missionária de Gregas.
Essa Indumentária também tem origem na época de Pítia. Hoje podemos entender porque nossa Mão Clarividente, sempre quando ouvia uma Grega fazer a Emissão e o seu Canto, ela chorava e ficava muito emocionada, pois essa herança realmente foi marcante na bagagem espiritual de nossa querida Mãe em Cristo JESUS.
Salve Deus!
Uma Grega Missionária, quando ouvir o Canto das Gregas, deverá ficar de pé, pois o Canto representa o Hino da Falange. Deverá ser feita a Emissão e a seguir o Canto, numa posição elegante, com a voz alta, firme e pausada.

                A Guia Missionária Abariana Verde é a Guia da Individualidade da Ninfa Ana Júlia, e é também a Guia Missionária da Falange de Gregas.
Esta Guia Missionária é também chamada por nossa Mãe Clarividente de PRINCESA KALI, e tem um Albergue nos Planos Espirituais. Têm muitas Ninfas que a acompanham nas Jornadas Espirituais, que também são chamadas de Povo de Kalis. Saem nas relvas e nos pântanos à procura de Espíritos perdidos ou agarrados nos verdes pântanos, e com a ajuda dos Cavaleiros de Oxosse, esses são levados para os Albergues e Hospitais para seus tratamentos.
As Kalis são respeitadíssimas nos Planos Espirituais, porque carregam suas Lanças Etéricas e até mesmo Bandidos do Espaço as respeitam nos seus trabalhos de socorro a espíritos necessitados.
                Quando elas se manifestam neste Plano Físico trazem as Forças dos grandes mares, o aroma das brisas marítimas, com a junção das forças dos ventos – Tanoaês.
Uma outra característica das Kalis no Plano Espiritual, além de sua Lança Etérica, é a sua altura, as Kalis são Espíritos de grande estatura e causam grande impacto àqueles espíritos sofredores q as vêem, e quando é algum espírito que as querem enfrentar, imediatamente aquele espírito é cercado por Lanças Etéricas, formando uma verdadeira barreira magnética para aquele espírito que fica sem ação, e assim são transportados pelos Cavaleiros de Oxosse a seus destinos.
Salve Deus!ue

                               CANTO DA GREGA


OH DEUS APOLO,UNIFICADO EM CRISTO JESUS! AQUI ME TENS FIRME AO CAVALEIRO VERMELHO, QUE AINDA REPOUSA SOB AS NUVENS LUMINOSAS DE ATENAS, PORÉM JÁ UNIFICADO EM DEUS PAI TODO PODEROSO. TRAGO A FORÇA DA GUIA MISSIONÁRIA ABARIANA VERDE, A GRANDE KALI, QUE VIU OS PODERES DE POLICENA SOBRE AS ONDAS DOS GRANDES MARES. TUDO, TUDO NOS PERTENCE NA GUARDA DESTE TRABALHO! SIMIROMBA DE DEUS, Ó NOSSO PAI, VEM TRAZER A BOA SORTE AOS NOSSOS IRMÃOS. PARTO COM  -0-  EM CRISTO JESUS. SALVE DEUS!

domingo, 28 de novembro de 2010

CONVITE À ALEGRIA

                                                                       FRANCISCO DE ASSIS

  Franciscode  de Assis se alegra em cada momento de sua vida.
Sua alegria provém da paz de seu espírito.
Alegria pelas  obras que Deus opera  ,através de si.
Alegra-se com o bem dos outros, com as aves , o sol ,TUDO.É cantada  sua alegria ao Senhor de tudo:
"Louvado seja,meu Senhor , por todas as criaturas!"
Alegra-se no sofrimento , nas provações,no servir ao irmão.
Não esconde sua alegria , mas a partilha com seus irmãos.
Alegra-se no silêncio,sem algazarras , reboliços ou agitações.
Todos almejamos a alegria , mas a buscamos no sucesso, na riqueza, nos prazeres ,no poder .E ficamos com um gosto amargo ,sabor de derrota .
Que tal se parando e pensando um pouco,optássemos por uma busca em outra direção?

Experimetar a alegria de ser pequeno e de  servir;
de ser puro e amar a todos;
de ser livre e desimpedido;
de ser criatura divina e louvar ao Pai,como Francisco de Assis:
"LOUVADO SEJA ,MEU SENHOR!"

Louvai ao Pai, por tudo dai graças ,pois nenhum fio de seu cabelo cai , sem que Ele o saiba !
Louvai ao Senhor  e  bênçãos de paz e tranquilidade lhe cobrirá e nesses momentos , conhecerá a alegria de se sentir um filho muito amado !

Nosso Pai Seta Branca,nesta sua vivência,foi o exemplo do amor e da alegria  e hoje  nos acompanha, orienta,protege e confia.
Sejamos  dignos filhos de um Pai amoroso, pra que Ele continue a se sentir  FELIZ!
Salve Deus!
Carinhosamente , Lucia Helena