domingo, 1 de maio de 2011

PENSE NISTO!

A falta de tato para resolver conflitos e tratar de assuntos com pessoas que têm idéias opostas tem sido responsável por muitos desentendimentos e dissabores nos relacionamentos.

Por vezes, um problema que poderia ser facilmente resolvido, cria sérios rompimentos por causa da falta de jeito dos antagonistas.

O afeto, usado com sabedoria é uma ferramenta poderosa, mas pouco usada pela maioria dos indivíduos.

O mais comum tem sido a violência, a agressividade, a intolerância.

Existem pessoas que não gostam de mostrar sua intimidade e se escondem sob um véu de sisudez, com ares de poucos amigos, na tentativa de evitar aproximações que deixem expostas suas fragilidades.

São como os caramujos, os tatus, as tartarugas e outros semelhantes.

Ao se sentirem ameaçados, escondem-se em suas carapaças naturais, e não deixam à mostra nenhuma de suas partes vulneráveis.

A propósito, você já tentou alguma vez retirar, à força, de seu esconderijo, um desses animaizinhos?

Seria uma tentativa fracassada, a menos que você não se importe em dilacerar o corpo do seu oponente.

No caso da tartaruga, por exemplo, quanto mais você tentar, com violência, retirá-la do casco, mais ela irá se encolher para sobreviver.

Mas, se você a colocar num lugar aconchegante, caloroso, que inspire confiança, ela sairá naturalmente.

Assim também acontece com os seres humanos. Se, em vez da força, se usar o afeto, o aconchego, a ternura, a pessoa naturalmente de desarma e se deixa envolver.

Às vezes a pessoa chega prevenida contra tudo e contra todos e se desarma ao simples contato com um sorriso franco ou um abraço afetuoso.

Mas, se ao invés disso encontra pessoas também predispostas à agressão, ao conflito, as coisas ficam ainda piores.

Como a convivência com outros indivíduos é uma realidade da qual não podemos fugir, precisamos aprender a lidar uns com os outros com sabedoria e sem desgastes.

A força nunca foi e nunca será a melhor alternativa, além de causar sérios prejuízos à vida de relação.

Portanto, criar relacionamentos harmônicos é uma arte que precisa ser cultivada e levada a sério.

Mas para isso é preciso que ao menos uma das partes o queira e o faça.

E se uma das partes quiser, por mais que a outra esteja revestida de uma proteção semelhante a de um porco-espinho, ninguém sairá ferido e o relacionamento terá êxito.

Basta lembrar dessa regra bem simples, mas eficaz: em vez da força, o afeto. E tudo se resolve sem desgastes.

* * *

De tudo o que fazemos na vida ficam apenas algumas lições:

A certeza de que estamos todos em processo de aprendizagem...

A convicção de que precisamos uns dos outros...

A certeza de que não podemos deter o passo...

A confiança no poder de renovação do ser humano.

Portanto, devemos aproveitar as adversidades para cultivar virtudes.

Fazer dos tropeços um passo de dança.

Do medo um desafio.

Dos opositores, amigos.

E retirar, de todas as circunstâncias, lições para ser feliz.

terça-feira, 26 de abril de 2011

A CARROÇA VAZIA !

PARA REFLETIR...
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
Estou ouvindo um barulho de carroça.
Isso mesmo, e de uma carroça vazia.
Perguntei-lhe então:
- Como o senhor sabe que a carroça estava vazia, se ainda não a vimos?
Ora, respondeu ele, é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo:
“QUANTO MAIS VAZIA A CARROÇA, MAIOR É O BARULHO QUE ELA FAZ”
                                   (autor desconhecido)


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O LENÇO DOBRADO


Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Poucas pessoas haviam detido a atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos diz que o lenço que fora colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado, como os lençóis no túmulo.

A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo, na manhã de domingo, Maria Madalena foi à tumba e descobriu que a pedra da entrada havia sido removida.

Ela correu ao encontro de Simão Pedro e outro discípulo... aquele que Jesus tanto amara {João} e disse-lhe ela:

- "Tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver...

O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá chegou primeiro.

Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou no túmulo.

Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto que o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado, e colocado em outro lado.

Isto é importante? Definitivamente sim! Isto é significante? Certamente que sim!

Para poder entender a significância do lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo, e todo menino Judeu conhecia essa tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente, e o Servo esperava, fora da visão do Amo, até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não podia se atrever, nunca, a tocar na mesa antes que o Amo tivesse terminado a sua refeição.

Diz a tradição que: ao terminar a refeição, o Amo se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, e embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.

Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

No entanto, se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo jamais ousaria tocar na mesa porque, o lenço dobrado queria dizer:
"Eu voltarei!"

segunda-feira, 25 de abril de 2011



Nossa doutrina por sua grandeza nos dá a condição de refletir,questionar,buscar em nosso interior o que nos falta para a compreensão deste Todo,que nos deu essa grandiosa mulher Neiva Chavez Zelaya, a nossa Tia Neiva.
 Ainda assim continuamos a buscar o que está em nossa frente.

                  Nos pilares de nossa doutrina,Humildade,Tolerância e A
mor,juramos um dia que ninguém poderá contaminar-se por nós ”Jesus este é meu sangue...”, assistimos tia Neiva,  em seu calvário cármico , com seus olhos avermelhados por falta de oxigênio, ter paciência e continuar seu trabalho mediúnico. Chamou e nos adotou como seus filhos, e dizia em alto e em bom tom que nunca iria nos repartir ou dividir.
E nesta prece eternizou seu amor ”Jesus nos descortinar desta visão sinto renascer o espírito da verdade na missão que me foi confiada, o Doutrinador! É por ele a bem dele que venho lhe entregar os meus olhos” E ainda mais “Lembra-te Senhor de protegê-lo, até que eu, se por vaidade, negar o Teu santo nome, mistificar a minha clarividência, usar as minhas forças mediúnicas para o Mal, tentar escravizar os sentimentos dos que me cercam ou quando, desesperados, me procurarem. Serei sábia, porque viverás em mim”.
             Quando revemos estas palavras de Tia Neiva, sentimo- nos pequenos ante o teu amor, e o pouco que ainda fazemos pelos nossos irmãos encarnados e desencarnados.
 Depois de varios anos após seu desencarne, continuamos ainda a degladiar em nosso circo romano imaginário, esquecendo na verdade quem somos. O espírito romano ainda perdura entre nós, assistimos ainda traições, a valorização das coisa materiais, o culto ao engano . “Mas  ela conhecia seus filhos e contam que ela disse uma frase muito forte”:

                “Quando eu daqui me for os filhos de Tia Neiva irão sofrer muito,mas os filhos de Pai Seta Branca irão levar essa doutrina a frente”

                E assim , esses filhos de Seta Branca, muitos não a conheceram, não tiveram o privilégio de beijar suas mãos frágeis, fitar seus olhos profundos, mas estão levando a frente sua grande obra, e esses templos acolhem encarnados e desencarnados, ao caboclo que tanto ela se preocupava . Seu primogênito no alto de seus sessenta e tantos anos, ainda  percorre o Brasil, ultrapassando as barreiras de suas próprias possibilidades, como o faz o iniciado, numa demonstração viva do Cavaleiro mercenário, que hoje na luz do Santo Evangelho é Trino Jaguar. Hoje temos varias estrelas candentes em pleno funcionamento fora do Templo Mãe, Estrelas sublimação e Turigano em vários templos, projetos que atendem nossas crianças e pessoas que passam por processos de atuação espiritual .
 São os templos do Amanhecer que seguem a Doutrina do Amanhecer deixada por Tia Neiva, sem nenhuma alteração.
Dentro do estabelecido pelo realinhamento, não se corre o risco de falhar !

Salve Deus !

Ensinamento

É possível um espírito desencarnado induzir uma criatura humana a cometer um assassinato?

A resposta é afirmativa,  e aqui o esclarecimento a respeito de tão oportuno assunto.

Para você entender me­lhor a questão, apresenta­remos um fato verídico pu­blicado por Allan Kardec, em 1859, na Revista Espíri­ta, cujo fato foi narrado em carta por Simon M.... Segundo Allan Kardec, tratava-se de pessoa que gozava de grande projeção social naquela época e portador de uma elevada moral.

Na referida carta, Simon M... conta a Kardec que havia funcionado como jurado no julgamento de um rapaz, acusado de ter assassinado uma senhora idosa em circunstâncias horríveis, mas, ao ouvir a declaração do jovem criminoso em seu depoimento, de que não tinha nenhum motivo para matá-la, ele evocou o espírito da senhora desencarnada durante uma sessão espírita, a fim de consultá-la a respeito do grau de culpabilidade dó réu.

Veja agora, a seguir, as respostas altamente elucidativas dadas pelo espírito da senhora assassinada a Simon, e observe como elas respondem à sua indagação. Ei-las:

- Que pensa do seu assassino?

- Não serei eu quem o acuse.

- Porquê?

- Porque ele foi impulsionado ao crime por um homem que me fez corte há cinquenta anos e que, nada tendo conseguido de mim, jurou vingar-se.

Conservou na morte o seu desejo de vingança.

E aproveitou as disposições do acusado para lhe inspirar o desejo de me matar. (...)

Compreendo sua reserva diante da sugestão que o seu assassino não repeliu como devia e podia.

Mas a senhora não pensa que a inspiração criminosa, à qual ele obedeceu de tão boa vontade, não teria sobre ele mesmo o poder, se ele não tivesse nutrido ou entretido durante muito tempo sentimentos de inveja, de ódio e de vingança contra a senhora e a família?

- Seguramente, respondeu o espírito da senhora assassinada.

Sem isto ele teria sido mais capaz de resistir.

Eis por que digo que aquele que quis se vingar aproveitou as disposições desse moço.

O senhor compreende bem que o meu inimigo espiritual não se teria dirigido a alguém que tivesse tido vontade de resisitir.

Segundo o próprio Simon na carta-relato a Allan Kardec, as circunstâncias atenuantes foram admitidas pelo júri, baseadas nos motivos acima indicados, com o que foi afastada a pena de morte.

Disso tudo você pode concluir que o homem deve vigiar os seus menores pensamentos malévolos, até os seus maus sentimentos, pois estes têm a propriedade de atrair espíritos obsessores.

É uma porta que lhe abre ao mal, sem lhe compreender o perigo, e foi exatamente, por isso, que Jesus recomendou:
"Vigiai e Orai Para não Cairdes em Tentação".


Gerson Simões Monteiro