terça-feira, 20 de setembro de 2011


EMBORA IMPERFEITO
Há quem, a pretexto de imperfeição, silencie o verbo edificante nos lábios, enjaulando a mensagem consoladora.
Há quem, em nome da imperfeição, paralise os braços no ministério da saúde moral, encarcerando a ação salvadora.
Há quem, justificando a própria imperfeição, mobilize a preguiça, espalhando a inutilidade.
Há quem diga que, imperfeito, nada pode fazer pelo próximo, considerando estar arrojado nos mesmos sítios de infelicidade e afeição...
Unge-te, porém, de amor e levanta-te da iniquidade para socorrer outros iníquos.
O amor é árvore que, para produzir, necessita ser plantada.
A doutrina Espírita ensina que ninguém renasce na Terra para ocultivo dos miasmas do pretérito nem preservação dos males dos tempos idos...
Reencarnação é bênção.
Bondade é luz.
Antes de mergulhar na carne, todos rogamos os títulos da dor e do sofrimento para compreendermos melhor as dores e os sofrimentos dos que seguem ao nosso lado.
Ninguém falará com precisão do que ignora, por falta de experiência pessoal.
É por essa razão que, muitas vezes, ensinarás resignação, embora avassalado pela inquietude; falarás da enfermidade com a alma enferma; consolarás, necessitado de consolação; acenderás luz de entendimento, carecendo de compreensão; pregarás justiça para os outros, esmagado pela impiedade alheia; colocarás bálsamo em feridas,
guardando úlceras não cicatrizadas no cerne do ser.
Enquanto alguns aguardam sublimação para se disporem ao auxílio, ajuda tu.
Todos carregamos agonias nos íntimos tecidos da alma. E o trabalho de auxílio aos outros é medicação colocada em nossa própria dor.
Enquanto ensinas a paz, e sentes a ausência dela em teu coração, ou preconizas luta contra as tentações, perseguido pelas tenazes do mal, aprimoras-te, exercitando o espírito no dever claro e digno que se transforma, lentamente, em escada de ascensão libertadora.
E, crucificado na imperfeição, avança intimorato, recordando o Mestre que, amargurado e esquecido por quase todos os amigos, aparentemente vencido, numa cruz de vergonha e impiedade, alçou a alma dorida ao Pai Misericordioso, pensando as feridas do coração humano de todos os tempos, e ainda pediu, amoroso: - "Perdoai, meu Pai! Eles não sabem o que fazem."
Perdoa, também tu, e ama, ajudando sempre.
( Joanna de Ângelis  )

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


O FENÔMENO

Diz-se que uma pessoa é obsidiada quando tem uma idéia fixa, ama ou odeia descontroladamente alguém ou algo, e é assediada por essa idéia,

pessoa ou coisa. Isso, na linguagem comum, é uma obsessão, um defeito da personalidade, uma anormalidade de comportamento. Caracterizadas, no indivíduo, sob a forma de vícios, hábitos estranhos, marginalização social, revoltas, etc., são resultantes do conflito natural da gama vibratória psicofísica, e, até certo ponto, faz parte da vida normal.

Ao ser registrado no âmbito do Mediunismo, o fenômeno adquire outra dimensão, primeiro pela admissão, pelo paciente, da existência de fatos estranhos na sua vida, e, segundo, porque o diagnóstico abrange os fatores transcendentais da anormalidade.

O Mediunismo situa, sempre, o problema em termos de presença de espíritos, e a maior ou menor influência no fenômeno obsessivo. Porém, considera obsessão somente quando o indivíduo perde a liberdade, total ou parcial, para outro espírito.
Entretanto, para se compreender o fenômeno em toda a sua extensão, é preciso que se tenha em mente o processo reencarnatório.
O espírito, ao encarnar, ocupa um corpo submisso às leis físicas. Nesse corpo atuam todas as leis naturais – do mineral, do vegetal e da química do carbono. Este, por sua vez, é comandado pela alma, que obedece às leis psicossociais que regem o meio onde vive.
O espírito é regido por leis de outra dimensão, de aspecto transcendente. Ao encarnar, ele subordina-se às leis que regem o organismo que ocupa, e visa, com isso, obter determinado fim. Esse objetivo é inteiramente particular, da mesma forma que o organismo ocupado é inteiramente seu, de sua escolha.
Temos, assim, uma certa dualidade, o corpo e a psique compromissados com seu ambiente, e o espírito com suas obrigações transcendentais. A luta entre os dois – personalidade e espírito – cada qual procurando atender às demandas de seu ambiente, forma a eterna dualidade que se reproduz em todos os homens. À personalidade repugna qualquer interferência e, para isso, dispõe do seu mecanismo de defesa. O espírito, a fim de atender aos compromissos anteriores, liga-se e permite que outros espíritos interfiram na vida da pessoa. Para o espírito, o corpo tem, apenas, uma utilidade transitória: o período necessário para atingir os fins a que ele se propõe. É apenas um meio, um veículo. O corpo pode se desagregar, e acabará por desaparecer. O espírito permanece, neste ou em outros planos.
Essa ligação e a subordinação a leis mais amplas é que explica o mecanismo da obsessão. Pelo seu caráter negativo, ela é o reflexo das lutas entre espíritos, cuja arena é o plano físico. Não é, portanto, um fenômeno exclusivo dos encarnados, mas é, principalmente, dos espíritos.
Nessa perspectiva ampla, a obsessão é um fenômeno próprio da vida neste planeta, onde o espírito encontra condições de equacionar seus problemas, criados por ele, em tempos diferentes, em encarnações diversas.
A personalidade, regida por leis relativamente estáveis, procura a tranqüilidade, a satisfação de suas necessidades básicas e o melhor aproveitamento do ambiente. O espírito, regido por leis mais dinâmicas, com outro conceito de tempo, procura o conflito, o ajuste de contas e a cobrança ou o pagamento de seus débitos.
A ligação de um espírito com outro, qualquer que seja a sua natureza, produz alterações no meio psicofísico, na forma de ação da personalidade. Quando essas ligações são de caráter negativo, produzem-se as obsessões.
A interferência pode ser de ordem intelectual, no plano da mente física, no sistema nervoso ativo, ou pode ser de ordem física, no sistema vegetativo – caso das doenças licantrópicas.
Existem, pois, mais obsessões do que se considera habitualmente como tal, por se notar esse fenômeno apenas quando se manifesta em termos de convulsões, manifestações de loucura ou ações criminosas.

Mário Sassi - Trino Tumuchy

domingo, 18 de setembro de 2011

PARA REFLEXÃO!

AOS QUE TEM MEDO DA FELICIDADE

*Saudações,*

*De certo você deve conhecer alguém que vive repetindo os mesmos erros,
prejudicando a si mesmo, insistindo em caminhos que claramente não irão
levá-lo a lugar nenhum e consequentemente, estagnando a vida.*

*São pessoas que se auto boicotam, sempre agindo de forma a se prejudicar..*

*Ou será que você mesmo que está lendo estas linhas se enquadra nesta
situação?*

*Verificar é simples. Comece a perceber os erros cometidos na vida, suas
conseqüências e se você repete o padrão ao invés de modificar seu
comportamento.*

*Geralmente estes erros são erros vividos por pessoas ligadas a você no
passado. Muito comum os filhos repetirem o viver dos pais e com isto, seus
comportamentos e consequentemente, erros.*

*Não há espaço para mudanças na mente destas pessoas. *

*É como se houvesse um medo, um sentimento de culpa em abandonar crenças
impostas no passado. Um comprometimento com a não mudança. Uma auto
sabotagem que faz a pessoa não conseguir realizar o que se quer nem caminhar
pelos caminhos que deve trilhar. É como um medo de ser feliz.*

*Desculpas descabidas, ações contrárias, erros e esquecimentos, uma gama de
situações criadas para que a pessoa não prossiga no caminho que deve
prosseguir. Para que a pessoa não faça o que deve ser feito.*

*Como diz a música: “não ter medo de ser feliz”, não é tão simples assim
para um bom número de pessoas, pois este tipo de comportamento é muito mais
comum do que pensa. Observe a sua volta e principalmente, a si mesmo.*



PENSE NISTO!
Nas Crises

Estarás talvez diante de algum problema que te parece positivamente insolúvel.
Não acredites que a fuga te possa auxiliar.

Pensa nas reservas de força que jazem dentro de ti e aceita as dificuldades como se apresentem.

Não abandones a tua possibilidade de trabalhar e continua fiel aos próprios deveres.

Assume as responsabilidades que te dizem respeito.

Evita comentar os aspectos negativos da provação que atravesses.

Ora – mas ora com sinceridade – pedindo a proteção de Deus em favor de todas as pessoas envolvidas no assunto que te preocupa, sejam elas quem sejam.

Se existem ofensores no campo das inquietações em que, porventura, te vejas, perdoa e esquece qualquer tipo de agressão de que hajas sido objeto.
Esforça-te por estabelecer a tranqüilidade em tuas áreas de ação, sem considerar sacrifícios pessoais que serão sempre pequenos, por maiores te pareçam, na hipótese de serem realmente o preço da paz de que necessitas.

Se nenhuma iniciativa de tua parte é capaz de resolver o problema em foco, nunca recorras à violência, mas sim continua trabalhando e entrega-te a Deus.

Autor: Emmanuel
Psicografia de Chico xavier. Livro: Calma

quinta-feira, 15 de setembro de 2011


O Radar é privativo dos Mestres Adjuração. É absolutamente proibido ali depositar objetos ou manter conversas em suas proximidades, perturbando a concentração dos que estão em seu trabalho, principalmente conversas com os que estão sentados no Radar.
 
Radar como a Cassandra é o Nicho do Trino, isto é, um Santuário, um Oráculo,  TRÊS ADJUNTOS - NÃO SE ESQUEÇAM FORMA UM TRINO.

MESA EVANGÉLICA