domingo, 13 de novembro de 2011



A vinda do Divino Mestre para o plano físico da esfera terrestre foi um grande evento a nível sideral também!




A encarnação de um Ser tão especial, do Espírito responsável por este planeta, requereu uma gigantesca operação que envolveu todos os Trabalhadores da Luz em uma movimentação inigualável de Amacês que “rompeu” a crosta etérica que praticamente “fechava” o caminho de retorno dos espíritos desencarnados, os mantendo presos no etérico.

A explicação da expressão proferida por Jesus: “Eu sou o caminho...” nunca quis dizer que quem não fosse “cristão” não evoluiria! Isso seria uma contradição à todos os preceitos que o Mestre nos deixou. Significaria ainda que a maior parte da humanidade, que possui outras crenças, não teria acesso ao caminho de Deus.

Jesus ao se denominar “O Caminho”, expressava que Ele reabriu o caminho fechado pelos seres que passaram a dominar o etérico da Terra! Sua vinda significou esta abertura, não apenas pela mensagem, que veio depois, mas pelo próprio acontecimento de sua chegada ao plano físico. A movimentação sideral reabriu o caminho por onde TODOS podem agora voltar a trilhar o ciclo evolutivo sem estarem presos ao círculo vicioso do Karma sem perdão, do dente por dente, olho por olho.

Com esta ruptura da crosta etérica, se criam sete novos planos dimensionais de acolhimento dos espíritos.

Nos primeiros planos, mais próximos da Terra, mas já fora das energias pesadas do etérico, foram estabelecidas as Casas Transitórias. Entre elas: O Canal Vermelho!

O Canal Vermelho é uma verdadeira nação espiritual, um país. Seu nome faz referencia a iluminação local onde a tônica desobsessiva impera e os espíritos passam a ter a oportunidade de completar um ciclo evolutivo, mesmo já estando desencarnados, e se prepararem para uma nova programação para próximas reencarnações.

Com o advento do filme “Nosso Lar”, podemos ter uma idéia do que é uma Casa Transitória, mas o Canal Vermelho apresenta-se em um formato mais vibrante e parecido com a Terra. As emoções, reencontros, tudo acontece de forma intensa e a vivência espiritual é similar a terrestre.




Tia Neiva contava que lá todas as religiões se encontravam, e também existia um grande Templo do Amanhecer, onde nós Jaguares, teríamos a oportunidade de complementar os trabalhos que iniciamos em nosso templo aqui na Terra.

Também relatou que um espírito pode permanecer por ali até sete anos de nosso tempo físico, vivenciando cada passagem interna de acordo com seu padrão vibratório ou suas conquistas e merecimento.

O Canal Vermelho é o caminho da evolução. Oferece oportunidade de um espírito ajudar seus entes queridos que deixou na Terra. Há muitos casos de desencarnados que trazem restos de seus carmas a serem eliminados, e isso é feito através do resgate pelo seu trabalho na Lei do Auxílio.

No Canal Vermelho o espírito faz sua recuperação e quando sente a necessidade de reencarnar, consulta seu Mentor, que avalia suas condições e, se favoráveis, dá início ao plano reencarnatório, propiciando o roteiro para sua reencarnação.

O Canal Vermelho é um verdadeiro mundo, com sete planos evolutivos, que surpreendem um espírito que consegue manter sua consciência. Seu conjunto varia de acordo com cada plano, havendo, por exemplo, nos planos intermediários, cidades de aspecto artificial, com belos e enormes jardins, praças, pontes, grandes edifícios e uma vida complexa, iluminadas por uma luz que varia em vários tons de lilás.

Existem muitos lugares com atividade bem definida, como UMATÃ, local para a adaptação e recuperação dos espíritos que, na Terra, freqüentavam diversas religiões e doutrinas, tais como seguidores da Umbanda, Candomblé, Protestantismo, Catolicismo, etc.. Também encontramos a TORRE DE MARCELA, no limiar do Canal Vermelho, um conjunto arquitetônico que se parece com as habitações da Terra, separadas uma das outras por campos de força e onde um habitante de campo vibratório diferente não penetra a não ser que o morador o permita.

Nossa grande atividade, na Doutrina do Amanhecer, está ligada aos planos do Canal Vermelho. O Jaguar quando dorme, estando em condições de trabalhar, isto é, com vibrações elevadas e com seu Sol Interior equilibrado, se desdobra e vai até o Canal Vermelho, levando seu magnético animal para tratar aqueles espíritos, liberando energia vital iniciática que propiciará a libertação de inúmeros sofredores.

Na carta “Meus Primeiros Passos no Canal Vermelho”, Tia Neiva conta, na primeira parte - A Adúltera - sua visita a esta Casa Transitória, levada por Amanto, que lhe explicou estar na camada etérea da Terra, no invisível do planeta, aquele mundo dos espíritos desencarnados que ainda não tinham condições de chegar às estrelas ou ao planeta-mãe. Amanto mostrou-lhe as longas filas de espíritos que aguardavam seus embarques para as casas de recuperação, espíritos que já não precisavam ficar ali por terem chegado à consciência de serem desencarnados, de terem completado seus programas na Terra, seus reajustes.




Amanto prosseguiu: estavam ali apenas para completarem seus tempos e receberem alguma disciplina; no Canal Vermelho as paixões ainda vibram, mas tendem a se extinguir; é uma Casa Transitória com condições técnicas especiais, pois tem comunicação direta com o plano físico, o que permite a transferência do ectoplasma humano diretamente por seus portadores; com esse fluído os reajustes podem se completar em condições muito semelhantes às da Terra física; os médiuns ativos, quando vão dormir, se transportam ao Canal Vermelho, levando preciosa energia mediúnica, continuando ali, à noite, as tarefas que haviam iniciado durante o dia, na Lei do Auxílio.

Amanto explicou: “O tempo do presente ciclo da Terra está quase terminado e, com isso, todas as atividades estão se acelerando. Milhões de espíritos ainda têm que completar seus reajustes e a tarefa dos Mentores Espirituais é imensa. Não existem na Terra trabalhos de passagem o suficiente para dar conta de tantos espíritos; a doutrinação é incompleta, o ectoplasma não dá e o tempo dos trabalhos é curto demais. Por isso, os engenheiros siderais construíram canais como esse. Particularmente, esse canal se comunica diretamente com o Vale do Amanhecer. Quando o doutrinador faz uma entrega e o espírito ainda não está pronto para Mayante, este vem diretamente para um dos departamentos do Canal. Na primeira oportunidade, que pode ser na mesma noite ou algum tempo depois, o doutrinador vem completar sua doutrina. Ele, como encarnado, tem a capacidade de trazer consigo seu ectoplasma. Devido à semelhança do ambiente, o espírito ainda se sente na Terra e fica mais susceptível de receber a doutrina. É por isso que dizemos que o Templo do Amanhecer trabalha vinte e quatro horas por dia!”.

E a explicação continuou, dizendo Amanto que o Canal Vermelho é, em certo sentido, uma extensão da Terra, embora tudo ali seja matéria etérica, de outra natureza, outra dimensão; mas, da mesma forma que na Terra física, as energias que suprem aquela Casa Transitória são oriundas do Sol e da Lua.

Amanto levou Tia Neiva, que estava extasiada com a simetria das árvores, a relva verde e aparada, com algumas flores amarelas, semelhantes a margaridas, até um prédio imenso, com um letreiro luminoso informando ser ali o “Credo Universal”, e logo depois “Umbanda”. Tia Neiva viu que se formava uma fila para entrar, embora aqueles espíritos aparentassem indecisão. Amanto falou que aqueles eram médiuns umbandistas, recém-chegados da Terra, que haviam cometido faltas contra as leis da Umbanda, por terem comercializado sua mediunidade. Agora, iriam sofrer um pouco, iriam se conscientizar, até que chegassem seus cobradores para o reajuste. Esses cobradores seriam as pessoas que lhes deram dinheiro e os Exus com quem trabalharam. “Como você sabe, Neiva, os Exus são um pouco produto da ganância dos seres humanos. As invocações e chamadas só fazem aumentar suas forças. O médium que os invoca lhes dá oportunidade de se afirmarem nas suas metas, e isso nada tem a ver com a Umbanda!” - disse Amanto.

Salve Deus!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011





Pode um médium, de preferência um Doutrinador (mas nada impede um apará de realizar), fazer uma defumação em seu lar, no local de trabalho material ou em qualquer outro ambiente de sua freqüência onde sinta cargas negativas, e as pessoas presentes não se sintam “ofendidas”.

Na verdade na defumação utilizamos uma mistura apropriada de essências (mezcla) que, ao queimar, expelem uma fumaça impregnada de energia desintegradora que, junto às energias invocadas pelo médium, age como um filtro que retira as impurezas da aura e ativa os chakras, afastando irmãozinhos de baixo padrão vibratório e desintegrando vários tipos de cargas negativas.

Sendo a defumação em sua casa, ou na casa de algum outro Jaguar que disponha de um Aledá, a defumação deverá iniciar-se por aí: No Aledá! Onde você faz suas preces, pede a proteção e abre seu trabalho. Depois seguirá em sentido horário por toda a casa, cômodo por cômodo.

Para isso, o médium prepara o defumador e, tão logo esteja pronto, faz uma abertura simples do trabalho e vai defumando, vagarosamente, o ambiente enquanto emite preces e/ou imantrando (o hino correto é o da Junção) e pede que aquelas cargas ou influências negativas sejam afastadas.  Inicia pela porta do cômodo que ingressou, e vai contornando as paredes da esquerda para a direita, fazendo uma espiral que termina no centro do local que está defumando, passando a outro local. Deve dar uma atenção muito especial aos cantos e quinas das paredes e vãos de armários e escadas, locais onde se depositam a maior parte das cargas negativas. Passa de um cômodo ou de um ambiente a outro, sem interrupção. Após terminar, faz seu agradecimento à Espiritualidade Maior e aos seus Mentores e encerra o trabalho.

Não existem técnicas específicas para cada caso de defumação, o quê rege este trabalho é seu padrão vibratório, sua sintonia e a intuição do momento. O padrão é o quê lhes disse: a partir do Aledá siga em sentido horário, e estará fazendo o correto. O único objetivo atingido com a defumação é a desimpregnação de cargas negativas.

Sem mistérios, sem uniformes, sem invenções, sem qualquer fanatismo. É simples assim! Antigamente éramos acostumados a fazer toda semana ou a cada quinze dias, mas depois fomos relaxando. Defumação em casa não tem contra indicação! Pode fazer a qualquer horário, embora deva evitar que seja tarde da noite.

A Defumação doméstica é um trabalho que pode sim ser recomendado por uma Entidade e realizado por um Mestre designado para isso, porém você, por sua intuição, pode decidir quando realizar uma nova defumação.

Kazagrande

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

RECEBI E REPASSO , PARTE DESTE TEXTO ESCLARECEDOR

O HOMOSSEXUALISMO E O ESPIRITISMO 

 

  Nós, espíritos, somos seres perfectíveis, dotados de inteligência e livre arbítrio, porém responsáveis diretos pelas consequências de nossas atitudes. Através da pluralidade das existências corpóreas, caminhamos rumo à meta imutável da lei divina: a perfeição. Quando nos afastamos do caminho, afastamo-nos dessa meta, gerando o que chamamos de mal. Todavia, quando retornamos ao caminho, pela mudança de conduta ou reparação das faltas cometidas, restabelece-se a harmonia e o mal deixa de existir. Onde haja o bem, o mal desaparece.

  Muitos estudiosos afirmam que a homossexualidade é uma opção do ser humano. Alguns discordam, alegando que nenhuma pessoa se sentiria feliz por ser perseguida ou discriminada. Uns, asseveram que ela é orgânica, ou seja, a pessoa não teria alternativa. Já outros, apelam para o emocional: o homossexualismo seria efeito de algum trauma. 

E o Espiritismo, que diz?

  O espírito não tem sexo. O mesmo espírito pode animar ora um corpo masculino, ora um corpo feminino. Cada sexo como cada posição social, lhe proporciona o ensejo de adquirir experiência. O corpo não lhe é mais do que um invólucro perecível de que se serve para se esclarecer e se purificar. Sempre de modo progressivo, jamais regressivo. Desde que cessa a vida do corpo, ele o abandona e retorna à pátria legítima, o mundo invisível, ou mundo espiritual. Em um desses estágios, como homem ou mulher, o abuso que faça do uso das funções sexuais, acarretará o seu reingresso na lide carnal, no sexo oposto.

  “Quando o homem, em muitas ocasiões, tiraniza a mulher, furtando-lhe os direitos e cometendo abusos, em nome de sua pretensa superioridade, desorganiza-se ele próprio a tal ponto que, inconsciente e desequilibrado, é conduzido pelos agentes da Lei Divina a renascimento doloroso, em corpo feminino, para que, no extremo desconforto íntimo, aprenda a venerar na mulher sua irmã e companheira, filha e mãe, diante de Deus. Ocorrendo idêntica situação à mulher criminosa que, depois de arrastar o homem à devassidão e à delinquência, cria para si mesma terrível alienação mental para além do sepulcro, requisitando, quase sempre, a internação em corpo masculino, a fim de que, nas teias do infortúnio de sua emotividade, saiba edificar no seu ser o respeito que deve ao homem, perante o Senhor.”

  Aparentemente, esse processo parece uma punição, mas não é. Deus não perdoa nem castiga. A iluminação dos sentimentos é que o exige, através da nossa consciência. “A Humanidade progride, por meio dos indivíduos que pouco a pouco se melhoram e instruem”.

  A prática da homossexualidade não transforma o ser em pessoa abominável. Conhecemos homossexuais que se distinguem pela inteligência apurada, pela cultura aprimorada, pela educação exemplar, pela fraternidade cristã e, principalmente, pelo caráter reto. Conhecemos, também, heterossexuais que mais parecem uma gruta vazia e sombria. Grande e florida por fora, por dentro, um deserto de qualidades.

  O que nos diz a Consoladora Doutrina? Por primeiro, examinemos a pergunta 202 de "O Livro dos Espíritos":

  "Pergunta - Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?"

  "Resposta - Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar."

  Percebe-se claramente que Kardec e os Espíritos da Codificação referem-se a provas no corpo masculino ou no corpo feminino a serem enfrentadas no mundo físico. Fica claro também que não se pode falar em preferência espiritual por um ou outro sexo, mas que, feita a escolha (ou imposta determinada forma), são provas o que enfrentaremos como Espíritos encarnados.

  Se um determinado Espírito em uma dada encarnação se revestir da "forma" masculina, ele deverá enfrentar as provas reservadas a tal opção. Se a encarnação desse Espírito se der no vaso feminino, suas provas serão daquelas reservadas às mulheres, como a maternidade, por exemplo. Por conseguinte, a nós outros cabe-nos suportar com resignação as provas inerentes a um e a outro sexo físico. Disso não poderemos nos afastar.

  Podemos exemplificar o raciocínio com a prova da pobreza, que quase sempre vem para o Espírito como mecanismo reparatório do egoísmo e da prodigalidade ou em razão do mau uso da riqueza que se haja feito em vida pretérita. Não e licito ao pobre desta vida furtar, corromper-se ou praticar fraudes para fugir a prova da miserabilidade transitória. O enfrentamento das carências materiais com serenidade levara a evolução moral do Espírito. Disso ninguém discorda.

  Por igual, ao ser espiritual que vivencia a experiência física masculina não e dado fugir a prova da masculinidade, cedendo aos arrastamentos de um suposto sexo psíquico, diverso daquele que se apresenta materialmente. A condição de sua evolução é justamente não ceder a tais condutas instintivas, para, então, reequilibrar-se e evoluir. O mesmo vale para os seres revestidos de envoltório corporal feminino, que não se podem deixar levar por costumes pretéritos, que eram lícitos ha milênios na Ilha de Lesbos, mas que não se coadunam, hoje, com o ideal de uma vida em equilíbrio e em harmonia.

  Dai não podermos encarar o grave problema da homossexualidade com despreocupação, cedendo apenas aos apelos de uma conduta que se supõe politicamente correta ou acertadamente crista. Obviamente, nossos irmãos homossexuais merecem o respeito devido a todos os seres da criação; não podem ser discriminados, nem rejeitados, pois, como disse meigo Rabi da Galiléia, "aquele dentre vos que não tiver pecados, atire a primeira pedra".

  Possivelmente muitos entre nós já passaram pelos desvios homossexuais na fieira de existências anteriores, na Grécia, em Roma ou alhures.

  Mas evidentemente o homossexual (como também o heterossexual desregrado) não e um ser em equilíbrio espiritual. Ao contrario, tanto um quanto outro quase sempre estão sob cerrado ataque fluídico negativo ou em estrito conluio psíquico com entidades trevosas. Este e o discernimento que nos cabe alcançar.

  O homossexual, de ambos os sexos, tem sido condenado ao esquartejamento moral e violentado, psicológica e fisicamente, por gente maldosa, e ignorantes nas leis divinas sem qualquer fundamento sério. Para nós, espíritas, serão sempre nossos irmãos amados, tanto quanto os demais, credores do nosso maior respeito e carinho. Dito isto, passamos a responder as indagações, de um irmão:
 

“É pecado ser homossexual?”

  Não. Também não é uma escolha ideal, mas o amigo não deve sujeitar-se ao jugo dogmático das igrejas, dos julgamentos de pessoas que se colocam guardiãs morais ou de leis preconceituosas.
 

“Por que sou assim?”

  Por livre e espontânea vontade. Você é senhor absoluto de sua vontade podendo aceitar ou não suas provas e expiações nesta reencarnação, na doutrina espirita chamamos de livre arbítrio, ou seja, você é livre para ser o que quiser ser, mas atente para as consequências de seus atos.
 

“Que pecado cometi para sê-lo?”

  Pecado talvez não seja essa a palavra certa, mas se essa é a sua tendência, você deve estudar a doutrina espirita, ela irá te explicar o porquê de você passar por essa prova e como vencer esse sentimento de culpa, ou melhor, o sentimento de culpa só existe na consciência de quem se sente culpado. 


“Até quando serei assim?”

  Até quando quiser. Se se dispuser e puder controlar seus impulsos carnais, transferindo as energias sexuais para um trabalho de auto reeducação, melhor. Sua indômita força de vontade poderá vencer todos os obstáculos, superar todos os problemas, possibilitando-lhe uma vida saudável. A felicidade conquistada será o galardão de seus esforços. Deus instituiu leis que nos favorecem a todos, já dizia o nosso saudoso Chico Xavier.
 

“Se olhar para um rapaz, com carinho, estarei pecando?”

  Não. Desde que esse olhar não seja de modo lascivo. Um olhar carinhoso, uma palavra fraterna, um sorriso sincero, uma ação solidária, são ingredientes que alimentam as verdadeiras amizades, tornando-as indesuníveis. 


“Se eu gostar de um rapaz, com amor verdadeiro, serei pecador?”.

  Já disséramos, anteriormente, que o pecado está condicionado à atitude mental de cada um, com base no sentimento de culpa. Quanto ao amor verdadeiro por outro alguém, requisitamos a palavra autorizada e benevolente do nosso irmão e Benfeitor Espiritual, cuja orientação bondosa serve para todos nós:

  Jorge Andrea, no seu "Forcas Sexuais da Alma", editado pela FEB, diz que "Para o homossexual existira necessidade intransferível de vivência na castidade construtiva, a fim de encontrar a harmonia para as futuras formações corpóreas que as reencarnações podem propiciar".
 

Veja o que diz Humberto de Campos.

  “Recomendar-lhe a castidade quando as pessoas se degradam em ligações clandestinas, nos braços de amantes, seria temeridade e hipocrisia”. Você faria, dentro em pouco, o que elas fazem. Sobre a ignomínia da culpa, a ignomínia da mentira. Daí, a audácia do meu conselho. Se puder resistir à sua carne, aos seus nervos rebeldes, aos seus sentidos alarmados, resista. Será heroico e sublime. A tranquilidade de sua velhice será o prêmio dessa renúncia na mocidade.

  Se, porém, não encontrar na própria alma energias para vencer o corpo, eleja um cônjuge. Faça-o, entretanto, publicamente. Nada de subterfúgios, de mistérios, de clandestinidade. Funde, com ele, um lar. A noção da responsabilidade assumida em público fá-los-á, a um e a outro, cautelosos na escolha, assegurando-lhes, assim, a honestidade e a duração da ventura. Amores escondidos são amores transitórios. Amante que foge, é amante substituído. E quando alguém adota esse regime, o amor perdeu o seu nome. Chama-se prostituição.

  


  Emmanuel, em "O Consolador" (FEB, pergunta 184) esclarece que "Deus não extermina as paixões dos homens, mas fá-las evoluir, convertendo-as pela dor em sagrados patrimônios da alma, competindo às criaturas dominar o coração, guiar os impulsos, orientar as tendências, na evolução sublime de seus sentimentos".

  O nobre Espírito complementa dizendo que "observamos, muitas vezes, almas numerosas aprendendo, entre as angustias sexuais do mundo, a renuncia e o sacrifício, em marcha para as mais puras aquisições do amor divino. Depreende-se, pois, que, ao invés da educação sexual pela satisfação dos instintos, e imprescindível que os homens eduquem sua alma para a compreensão sagrada do sexo".

  Emmanuel encerra o livro "Vida e Sexo" com a seguinte recomendação: "Diante de toda e qualquer desarmonia do mundo afetivo, seja com quem for e como for, colocai-vos, em pensamento, no lugar dos acusados, analisando as vossas tendências mais intimas e, apos verificardes se estais em condições de censurar alguém, escutai, no âmago da consciência, o apelo inolvidável do Cristo: Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei".

  Compreender e respeitar são necessários. Instruir e evoluir são imprescindíveis. O Codificador deixou assentado nas paginas de "O Livro dos Médiuns" que os defeitos que afastam os bons Espíritos de nosso campo vibratório são "o orgulho, o egoísmo, a inveja, o ciúme, o ódio, a cupidez, a sensualidade e todas as paixões que escravizam o homem a matéria" (capitulo XX, item 227).
 

Para libertamos temos que conhecer a verdade, somente ela nos libertará.

Palavras do meigo Rabi de Nazaré.



Salve Deus

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

TROCA DE ROSAS


TROCA DE ROSAS




Um grande evento nos mundos encantados. 
As forças chegaram  a este encontro dos mestres.
 Era uma questão de amor e respeito por uma mulher guerreira que deu sua vida em prol desta doutrina de Jesus.


 Sentimos que seria um grande dia, pois as movimentações espirituais eram intensas, tudo se harmonizando para trazer as pérolas do astral superior nesta pequena casa de Pai Seta Branca, e que surpresa. Nossa mãe não pode estar presente neste dia pelos motivos que todos já sabem, mas entidades de Luz se fizeram presentes.

A conjunção destes planos uniu os mundos e assim se deu inicio mais uma vez a conquista do povo jaguar na sua evolução reencarnatória que Jesus está abrindo junto ao Pai Seta Branca para que a verdade seja uma pratica de todos, sem os falsos profetas intervirem nesta escola do amanhecer.
Não importa a quantidade , mas sim  a qualidade e o senso de responsabilidade dos que  se propuseram a homenagear nossa Mãe.
É a nova mensagem que se aproxima de nós, é o começo de uma nova etapa cheia de luz e mantras coloridos medicinais.
 É um novo amanhecer na sua singularidade, mas perfeito em sua sabedoria.
O Templo Aralton do Amanhecer, de Afonso Cláudio, teve este privilégio de também receber esta benção, como todos os templos e lembramos que  o Pai está convocando mestre sol e mestre lua para sua hora mais feliz, sendo  um jaguar medianeiro entre o céu e a terra.
Parabéns ,Mestre Apará,por trazerem a voz direta do Céu!

Salve Deus!!

FINADOS




Data em que muitos visitam os cemitérios para prestar homenagens aos seus entes desencarnados.

É interessante discorrer sobre questionamentos com os quais de vez em quando somos colhidos por parte de conhecidos, curiosos ou interessados em se iniciar nos assuntos relativos à espiritualidade. 

De vez em quando alguém pergunta "por que o espírita não vai ao cemitério" (no dia de finados, mais especificamente). Cabe aqui, portanto, um esclarecimento útil. 

Primeiro: - Nenhum espírita, em virtude de ideologia religiosa, ou limitação de qualquer tipo imposta pela doutrina, "não pode" ir ao cemitério em qualquer época. Efetivamente conheço muitos, simpatizantes, ou espiritualistas convictos, que narram de suas visitas a túmulos de parentes ou conhecidos. 

Segundo: - O que ocorre mais amiúde é que, em detendo o espírita a tranqüila convicção de que seu ente querido não mais se demora por estas bandas, tendo demandado estâncias outras, mais ricas, de vida, guarda a consciência clara de que tudo o que ficou na sepultura foi a "roupagem gasta", e não mais, portanto, a pessoa com quem compartilhou experiências e afeto. 

Terceiro: - Isto não implica em que o espírita sincero condene ou critique o posicionamento dos demais semelhantes que, de todo o coração, prestam com sinceridade as suas homenagens aos seus afeiçoados que se anteciparam na viagem deste para o outro lado da vida. Aliás, reza no próprio conhecimento da doutrina que muitos desencarnados visitam, efetivamente, os cemitérios por ocasião da data, em consideração às demonstração de amor com que ali são distinguidos. E muitos outros ainda, afeitos aos costumes dentro dos quais desenvolveram suas experiências na matéria, conferem ainda subida importância a este gesto, ressentindo-se, de fato, daqueles que não o prestem nas datas de molde a serem lembrados. 

Vistas estas considerações, é sensata a conclusão de que jamais cabe padrão algum de conduta no que toca ao sagrado universo íntimo humano. Cada agrupamento familiar terreno é único e peculiar, e ninguém melhor do que os seus componentes para estarem inteirados do que atinge ou não atinge mais de perto a cada um; o que convém ou o que não convém em matéria de sentimento e dedicação, cujos estágios e características se multiplicam ao infinito correspondente do número de habitantes do vasto universo humano. 

Efetivamente, somos do lado de "lá" o que fomos aqui. É dever , não só do espírita, quanto de qualquer pessoa que se diga civilizada, respeitar a diversidade dos caminhos escolhidos que, destarte, haverão de conduzir a cada ser, no tempo certo, ao mesmo ponto de encontro comum na intimidade das luzes divinas. 

Questão de temperamento, de agrupamento humano, de fé e de hábitos, o ir ou não ir ao cemitério, de vez que é na sinceridade do gesto, e não no gesto em si, que se vislumbra a verdadeira homenagem aos desencarnados, de forma que, amor pelos mesmos, podemos dirigir-lhes tanto do recesso abençoado do nosso recanto de meditação no lar, quanto do ambiente de qualquer templo religioso, ou ainda diariamente, no movimento tumultuado das ruas, ou também no cemitério, a qualquer dia do ano. 

De forma que aqueles que partiram nos amando de todo o coração haverão de valorizar e entender a nossa melhor intenção ao seu respeito, seja de onde for que se irradie, colhendo-os de pronto, pela linguagem instantânea do coração e do pensamento. Os que foram afeitos aos hábitos costumeiros do dia de finados, na medida de suas possibilidades espirituais após a transição lá estarão, junto à sepultura física, colhendo com sincera afeição os votos de paz e as preces que lhes estejam sendo dirigidas. 

Os provenientes dos lares espiritualistas na Terra receberão as mesmas demonstrações de amor a qualquer tempo, em qualquer data que faça emergir naqueles que ficaram para trás no aprendizado físico as gratas lembranças com que são evocados. 

O importante é que espíritas e não espíritas têm em comum, em relação aos seus amados que já se foram, à qualquer época, a linguagem inconfundível do amor entre as almas. Enxerguemos acima dos horizontes das limitações de visão humanas para alcançarmos com clareza a compreensão de que é assunto individual a forma como celebramos o nosso afeto para com os nossos entes queridos, e que o fator da sinceridade e da intenção é o que de fato conta, na hora da certeza de que nossas preces e votos de paz serão bem recebidos por aqueles que prosseguem nos amando de igual forma na continuidade pura e simples da vida, que a todos aguarda para além das portas da sepultura, sob as bênçãos de Jesus.



Salve Deus!