domingo, 27 de novembro de 2011

VIVER E MORRER



· “A cada dia nossas responsabilidades estão aumentando e, por isso, é preciso ficarmos cientes da vida fora da matéria. É muito fácil o espírito dela se compenetrar, porém não é fácil se adaptar! Nos mundos espirituais ou mundos fora da matéria, a vida se compõe de positivo e negativo, isto é, homem e mulher. O espírito do homem continua homem e o espírito da mulher continua mulher. Apesar de ser afirmado por alguns iniciados que o espírito não tem sexo, os meus olhos dizem o contrário. A adaptação do Homem na vida fora da matéria é difícil porque sente muita saudade de suas coisas e dos seus entes queridos, nas suas concepções másculas de Homem terreno, isto mesmo com o amor dos puros (força de expressão). Os espíritos libertos vivem em suas dimensões e se amam... Se amam com a ternura dos anjos!” (Tia Neiva, 26.6.65)
· “Em nossas cegueiras às vezes amaldiçoamos nossas vidas por não compreender o que fomos e o que nos espera. Nos desequilíbrios dos nossos obscuros raciocínios, habituamos a proceder de maneira irracional com a gente mesmo, chegando mesmo a ultrapassar as barreiras dos nossos destinos, de nossas louras auréolas, cujas vidas se tornam dolorosas, e por todos os pontos da Terra o clamor, quando chega o término da grande viagem, desembarcamos sem uma única coberta que nos possa cobrir no longo frio do último porto. E, em vez, lhe resta o que deixou, ouro e prata, e consigo levar a tua última herança, que é o conflito da desarmonia interior. É fácil presumir o que nos resta, como, também, até onde a nossa capacidade pode chegar. Todos nós conhecemos a linha divisória entre o visível e o invisível, entre o objetivo e o subjetivo, entre o sonho e a realidade. Se assim pensarmos, talvez nossas vidas não sejam tão alucinantes e nos dê tréguas a um conhecimento profundo e honesto. Por conseguinte, antes, muito antes do desembarque, já estaremos livres para receber nossos amigos e, também, os que se dizem nossos inimigos.” (Tia Neiva, 15.6.79)
· “Meu filho: A mensagem da Vida é a mesma mensagem da Morte. Choramos ao partir para a Vida, ao ver desintegrar o que é nosso... Choramos, também, com tristeza, ao sentir o desintegrar da Vida na Morte, não sabendo o que espera a Vida nas vidas, longe da Morte...” (Tia Neiva, 2.9.80)
· “Filho, não chores por uma simples despedida, porque, na estrada rude da Vida, terás sempre um adeus e uma partida. Conhecemos a Vida quando conhecemos a Morte! Saber esperar é crer em nós mesmos...” (Tia Neiva, 31.1.84)


· “O espírito humano, ou o espírito em sua condição de encarnado, é simplesmente um espírito revestido por um corpo físico, com sua força subdividida pelo plexo físico e pelo microplexo, e que, ao desencarnar, simplesmente se liberta do corpo, seguindo o curso natural de sua evolução. Quando o espírito desencarna, fica o plexo físico. Desprendem-se o microplexo e o macroplexo, que vão se apurando, apurando, até que o espírito se torna divino e conquista o terceiro plexo: Pai, Filho e Espírito Santo - Santíssima Trindade ou Chave do Verbo Divino! Falamos aqui no espírito fora da matéria, em sua vida além física, Salve Deus!” (Tia Neiva, 3.6.84)
· “Jesus! Sei que chegará um dia em que perderei de vista a Terra e a vida se despedirá aqui, em silêncio, com a cortina pela última vez sobre os meus olhos! Não indagues o que levo comigo ao partir. Seguirei viajem de mãos vazias, mas com o coração esperançoso! Jesus! Quando penso neste fim para os meus instantes, rompe-se o dique dos mantos e vejo a Luz da Morte e o Teu mundo, com seus tesouros incomparáveis. Amanhã o Sol nascerá como sempre, as horas passarão, como as ondas do mar se arremessando contra os rochedos... Os prazeres... As mágoas... As coisas por que suspirei em vão!... E as coisas que obtive - todas, todas perecíveis... Deixa-me, agora, possuir só a Verdade! O que vejo é insuperável! Sejam estas, quando eu partir, as minhas últimas palavras...” (Tia Neiva, s/d)
 


“Quero deixar bem esclarecido que os médiuns não devem se preocupar com o número de pessoas que entram e saem da Corrente. É natural que quando o Homem descobre suas faculdades mediúnicas corra para o Vale do Amanhecer. Chega até a incorporar, a fazer Iniciação e usar o escudo iniciático, etc. Sua mente, porém, não está preparada e seus chakras não chegam a ser desenvolvidos. Com isso, ele se desliga e vai embora. Não se preocupem: com a mesma euforia que entram, eles saem! Aos poucos eu irei explicando isso a vocês. Aqui só ficará quem tiver convicção, pois Pai Seta Branca prometeu desenvolver sua tribo para o Terceiro Milênio. Por isso, só ficará aquele que é realmente um escolhido. Os que se vão nada perdem, pois, com essa breve passagem, conseguem aliviar seus carmas parcialmente, e são ajudados.” (Tia Neiva, 9.6.74)
 


“Como explicar esta Doutrina, que os Anjos e Santos Espíritos nos confiaram, se quanto mais penetramos nos domínios psíquicos tanto mais difícil se torna nossa jornada? Meu filho: nos encontramos na situação do viajante que atravessa uma região nunca antes percorrida, da qual não há retorno, e sem vaguear, caminhando sem guia, confiando apenas na sua formação recentemente reencontrada, equilibrada por sua formação, entregue à sua perspicácia. É uma Doutrina que, como um gigante adormecido, repousa por trás de três portas hermeticamente fechadas, três portas resplandescentes que significam, duas, o Poder Iniciático da Vida e da Morte - integração e desintegração -, sendo a terceira a força do Círculo Esotérico e Ciências Ocultas da Comunhão do Pensamento. Sim, filho, encontram logo após algumas jornadas com a visão do campo e da forma verde do aroma das matas. Sim, filho, a força verde é a que manipula a sua força vital, que se transforma na força do Jaguar, que vem com a primeira Iniciação Dharman Oxinto, e que quer dizer: Seja manso como a pomba e sagaz como a serpente!” (Tia Neiva, s/d)


SALVE  DEUS!
A importância dos detalhes
Você já pensou na importância dos detalhes? 

Muitas pessoas falam de moralidade, virtude e bondade, mas são raras as que praticam essas qualidades no dia-a-dia, com as pessoas com as quais convivem.
 

Seus olhares geralmente estão voltados para o todo, para a comunidade, mas se esquecem de que o todo é formado pelos indivíduos.
 

Para que se possa efetivamente aumentar o bem-estar geral, é preciso iniciar por praticar virtudes como a de responder gentilmente a um familiar ou colega de trabalho, no momento em que este solicita.
 

Quem não dá importância aos detalhes, não terá êxito nas grandes coisas, pois as coisas grandiosas são compostas pelas pequeninas.
 

Pensando assim, chegaremos à conclusão de que detalhes não existem de fato.
 

O que nos parece um detalhe é a parte mais importante, e a que realmente faz a diferença.
 

É inegável que a vida se torna mais leve quando somos tratados com pequenos gestos de gentileza, cortesia e atenção.
 

Ainda que possam parecer insignificantes as ações benevolentes provocam um efeito semelhante ao que ocorre quando jogamos uma pedra num lago.
 

Pequenas ondulações surgem e vão se espalhando pela superfície líquida. Assim também os pequenos gestos de bondade provocam ondulações no caráter de quem os recebe.
 

Essas atitudes têm um grande poder de transformação, pois quem as experimenta se deixa penetrar pelas vibrações agradáveis e tende a repeti-las com as outras pessoas.
 

Por isso, se você se importa mesmo com o bem geral, comece por promover a sua melhoria íntima, nos mínimos detalhes.
 

Comece a observar suas ações no dia-a-dia e se questione sempre: "Esta minha atitude está contribuindo para que eu me transforme no tipo de pessoa que desejo ser?



Minha maneira de agir com as pessoas que cruzam o meu caminho está contribuindo para o bem-estar geral?"
 

Um único minuto de atenção que damos a alguém pode significar muito para o bem geral.
 

Da mesma forma, uma palavra áspera, a indiferença diante da dor de alguém e a falta de atenção podem gerar dissabor em grande escala.
 

Por todas essas razões, se você deseja construir um mundo melhor comece a prestar atenção nos detalhes.
 

Olhe para dentro de cada coração e descubra ali os valores existentes e use-os para gerar harmonia e bem-estar.
 

Um indivíduo que se sente feliz e valorizado, será, certamente, mais um aliado seu para melhorar o mundo.
 

Um aliado que irá, tanto quanto você, vislumbrar o imenso horizonte a ser conquistado, a ser cultivado com as flores da amizade, do respeito e da bondade.
 



Quando prestamos atenção nos detalhes e aproveitamos cada oportunidade para fazer o bem, estamos construindo o bem comum.
 

Agindo assim chegaremos à essência da vida. E a essência da vida é o amor. Não um amor geral, destituído de significado, mas um amor ativo, criativo e atencioso nos mínimos detalhes.
 

* * *
 

Todas as pessoas que fizeram e fazem a diferença no mundo, cuidaram dos detalhes.
 

Um olhar de ternura, uma resposta gentil, um pequeno favor, a atenção aos que são desprezados pela maioria, são qualidades das pessoas de bem.
 

Assim, se desejamos realmente fazer o bem devemos fazê-lo nos mínimos detalhes...

"O perigo nem sempre é o que entra pela boca, mas, o que dela sai”.

Você imagina o poder da sua língua?

Cuidado com o que você fala.

Pode lhe ser útil, mas pode ser também péssimo.

Muitas vezes não falar, calar-se, é melhor do que dizer coisas desnecessárias.

Melhor pensar em tudo que vamos falar.

A palavra proferida ou a pedra atirada não tem volta.

É preciso meditar muito em tudo que você vai falar.

Perceba que você tem dois ouvidos, que é para melhor ouvir...

Quando se fala sem pensar fica uma volta difícil..."

Este texto  foi recebido ,através de Kardec Online e achei por bem  postar em nosso blog.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

REFLEXÕES SOBRE A CALÚNIA



Ninguém passa pela jornada terrestre sem experimentar o cerco da ignorância e da imperfeição humana.
Considerado como planeta-escola, o mundo físico é abençoado reduto de aprendizagem, no qual são exercitados os valores que dignificam, em detrimento das heranças ancestrais que assinalam o passado de todas as criaturas, no seu penoso processo de aquisição da consciência.
Herdando as experiências transatas nos seus conteúdos bons e maus, por um largo período predominam aqueles de natureza primitiva, por estarem mais fixados nos painéis dos hábitos morais, mantendo os instintos agressivos-defensivos que se vão transformando em emoções, prioritamente egoístas, em contínuos conflitos com o si-mesmo e com todos aqueles que fazem parte do grupo social onde se movimentam. Inevitalmente, as imposições inferiores são muito mais fortes do que aquelas que proporcionam a ascensão espiritual, liberando o orgulho, a inveja, o ressentimento, a agressividade, o despotismo, a perseguição, a mentira, a calúnia e outros perversos comportamentos que defluem do ego atormentado.
Toda vez, quando o indivíduo se sente ameaçado na sua fortaleza de egoísmo pelos valores dignificantes do próximo, é dominado pela inveja e investe furibundo, atacando aquele que supõe seu adversário.
Porque ainda se compraz na situação deplorável em que se estorcega, não deseja permitir que outros rompam as barreiras que imobilizam as emoções dignas e os esforços de desenvolvimento espiritual, assacando calúnias contra o inimigo, gerando dificuldades ao seu trabalho, criando desentendimentos em sua volta, produzindo campanhas difamatórias, em mecanismos de preservação da própria inferioridade.
Recusando-se, consciente ou inconscientemente, a crescer e igualar-se àqueles que estão conquistando os tesouros do discernimento, da verdade, do bem, transforma-se, na ociosidade mental e moral em que permanece, em seu cruel perseguidor, não lhe dando trégua e retroalimentando-se com a própria insânia.
Torna-se rebelde e não aceita esclarecimento, não admitindo que outrem se encontre em melhor situação emocional do que ele, que se autovaloriza e se autopromove, comprazendo-se em persegui-lo e em malsiná-lo.
Ninguém consegue realizar algo de enobrecido e dignificante na Terra sem sofrer-lhe a sanha, liberando a inveja e o ciúme que experimenta quando confrontado com as pessoas ricas de amor e de bondade, de conhecimentos e de realizações edificantes.
A calúnia é a arma poderosa de que se utilizam esses enfermos da alma, que a esgrimem de maneira covarde para tisnar a reputação do seu próximo, a quem não conseguem equiparar-se, optando pelo seu rebaixamento, quando seria muito mais fácil a própria ascensão no rumo da felicidade.
A calúnia, desse modo, é instrumento perverso que a crueldade dissemina com um sorriso e certo ar de vitória, valendo-se das imperfeições de outros cômpares que a ampliam, sombreando a estrada dos conquistadores do futuro.
Nada obstante, a calúnia é também uma névoa que o sol da verdade dilui, não conseguindo ir além da sombra que dificulta a marcha e das acusações aleivosas que afligem a quem lhe ofereça consideração e perca tempo em contestá-la.
Nunca te permitas afligir, quando tomes conhecimento das acusações mentirosas que se divulgam a teu respeito, assim como de tudo quanto fazes.
Evita envenenar-te com os seus conteúdos doentios, não reservando espaço mental ou emocional para que se te fixem, levando-te a reflexões e análises que atormentam pela sua injustiça e maldade.
Se alguém tem algo contra ti, que se te acerque e exponha, caso seja honesto.
Se cometeste algum erro ou equívoco que te coloque em situação penosa e outrem o percebe, sendo uma pessoa digna, que se dirija diretamente a ti, solicitando esclarecimentos ou oferecendo ajuda, a fim de que demonstre a lisura do seu comportamento.
Se ages de maneira incorreta em relação a outrem e esse experimenta mal-estar e desagrado, tratando-se de alguém responsável, que te procure e mantenha um diálogo esclarecedor.
Quando, porém, surgem na imprensa ou nas correspondências, nas comunicações verbais ou nos veículos da mídia, acusações graves contra ti, sem que antes haja havido a possibilidade de um esclarecimento de tua parte, permanece tranquilo, porque esse adversário não deseja informações cabíveis, mas mantém o interesse subalterno de projetar a própria imagem, utilizando-se de ti...
Quando consultado pelos iracundos donos da verdade e policiais da conduta alheia com a arrogância com que se comportam, exigindo-te defesas e testemunhos, não lhes dês importância, porque o valor que se atribuem, somente eles mesmos se permitem...
Não vives a soldo de ninguém e o teu é o trabalho de iluminação de consciências, de desenvolvimento intelecto-moral, de fraternidade e de amor em nome de Jesus, não te encontrando sob o comando de quem quer que seja. Em razão disso, faculta-te a liberdade de agir e de pensar conforme te aprouver, sem solicitar licença ou permissão de outrem.
Desde que o teu labor não agrida a sociedade, não fere a ninguém, antes, pelo contrário, é de socorro a todos quantos padecem carência, continua sem temor nem sofrimento na realização daquilo que consideras importante para a tua existência.
Desmente a calúnia mediante os atos de bondade e de perseverança no ideal superior do bem.
Somente acreditam em maledicências, aqueles que se alimentam da fantasia e da mentira.
Alegra-te, de certo modo, porque te encontras sob a alça-de-mira dos contumazes inimigos do progresso.
Todos aqueles que edificaram a sociedade sob qualquer ângulo examinado, padeceram a crueza desses espíritos infelizes, invejosos e insensatos.
Criando leis absurdas para aplicarem-nas contra os outros, estabelecendo dogmas e sistemas de dominação, programando condutas arbitrárias e organizando tribunais perversos, esses instrumentos do mal, telementalizados pelas forças tiranizantes da erraticidade inferior, tornaram-se em todas as épocas inimigos do progresso, da fraternidade que odeiam, do amor contra o qual vivem armados...
Apieda-te, portanto, de todo aquele que se transforme em teu algoz, que te crie embaraços às realizações edificantes com Jesus, que gere ciúmes e cizânia em referência às tuas atividades, orando por eles e envolvendo-te na lã do Cordeiro de Deus, sedo compassivo e misericordioso, nunca revidando-lhes mal por mal, nem acusação por acusação...
A força do ideal que abraças, dar-te-á coragem e valor para o prosseguimento do serviço a que te dedicas, e quanto mais ferido, mais caluniado, certamente mais convicto da excelência dos teus propósitos, da tua vinculação com o Sumo Bem.
Como puderam, aqueles que conviveram com Jesus, recusar-Lhe o apoio, a misericórdia, a orientação?
Após receberem ajuda para as mazelas que os martirizavam, como é possível compreender que, dentre dez leprosos, somente um voltou para agradecer-Lhe?
Como foi possível a Pedro, que era Seu amigo, que O recebia no seu lar, que convivia em intimidade com Ele, negá-lO, não uma vez, mas três vezes sucessivas?!
E Judas, que O amava, vendê-lO e beijá-lO a fim de que fosse identificado pelos Seus inimigos naquela noite de horror?!
Sucede que o véu da carne obnubila o discernimento mesmo em alguns espíritos nobres, e as injunções sociais, culturais, emocionais, neles produzem atitudes desconcertantes, em antagonismos terríveis às convicções mantidas na mente e no coração.
Todos os seres humanos são frágeis e podem tornar-se vítimas de situações penosas.


Assim, não julgues a ninguém, entregando-te em totalidade Àquele que nunca Se enganou, jamais tergiversou, e deu-Se em absoluta renúncia do ego, para demonstrar que é o Caminho da Verdade e da Vida.



( Joanna de Ângelis )

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PRINCIPE ARIANE







Salve Deus!
Com seres humanos temos a necessidade de um referencial para estabelecermos um objetivo em qualquer jornada que pretendemos realizar. Se somarmos a condição humano o aspecto religioso essa necessidade é ainda maior.
Em nossa doutrina, o ponto de partida na busca do referencial de divindade é: Deus , Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai Seta Branca etc... Junto a essas divindades temos uma lista extensa de outras e no caso especifico de Falanges Missionárias Tia Neiva não premiou a todas com o nome dos responsáveis pelas mesmas, e nisto inclui-se os Príncipes Maias. Mas, como somos uma doutrina dinâmica e temos os recursos mediúnicos ao nosso dispor, lançamos mão dos mesmos para tentar suprir as dúvidas que não podem hoje contar com a Clarividência de Tia Neiva, e essa é a narração que agora faremos para explicar como surgiu o Príncipe Ariane.
Um dos maiores eventos que tínhamos e os templos do Amanhecer eram agraciados, era a Benção de Pai Seta Branca. Um ritual aguardado por médiuns e Presidentes e que normalmente acontecia uma vez por ano. Esse ritual além de pomposo dava a oportunidade dos médiuns ter o contato direto com nosso Pai e toda a sua corte.
Desta vez o templo que iria abrigar esse ritual era o Muyatã do Amanhecer em Planaltina de Goias do Mestre veterano Adjunto Muyatã Pedro Izidio. Nessa época eu era um dos Regentes da Falange, já que Mestre Edelves havia designado uns quatorzes para a mesma função.
Em um número de aproximadamente dez Príncipes, nos preparamos para a benção. Quem coordenava esse ritual nessa época era o Mestre Paulino. Surgiu-me a intuição de solicitara ele, devido a importância e grandeza do ritual, convidar para que se manifestasse o Mentor responsável da Falange de Príncipes. Ele concordou e então o Príncipe Ariane e mais outros, os quais me lembro o nome de alguns que foram: Aribania e Zanais.
Então depois em outra oportunidade agimos da mesma forma e o Príncipe Ariane incorporou em sete Ajanãs ao mesmo tempo, fato esse após esse evento os missionários Principes passaram a tê-lo como Mentor responsável pela Falange de Principes Maias, onde mais tarde o artista Vilela retratou-o em pintura.
Gilmar Ad Adelano.