quinta-feira, 8 de dezembro de 2011



*A Confraternização no Natal*









Desde a origem do homem as pessoas sentem a necessidade de se agruparem por instinto de defesa ou para compartilhar de momentos de confraternização com os mesmos objetivos, criar laços de amizade.

As famílias costumam reunir-se para comemorar e vivenciar um momento de lazer entre amigos. Trocam presentes, oferecem quitutes os mais variados, cantam, dançam, se abraçam, ganham aplausos. É uma necessidade que temos deste contato afetivo e efetivo, do aconchego, do calor humano.


Mas, uma festa de confraternização cristã, lembrado que os ensinamentos de Jesus foram revelados para o amor ao próximo, o perdão, a reconciliação e reflexão diária e não apenas no final de cada ano.



A religião é uma força universal. Quem nela acredita carrega Deus no coração, não seguirá o caminho da maldade, das drogas, dos crimes, por que a mensagem está voltada somente para o bem, que é a condição indispensável, para o caminho certo, para a paz.

Os homens erram se digladiam, se destroem, ficam descrentes, acham-se os senhores da verdade, basta um pouco de saber. Mas a ifé continua inabalável, inalterável, indestrutível em sua essência e condição de  salvadora.
Aqui deixamos nossa  vibração de paz,fraternidade,harmonia e muitas realizações!


Paz, alegria, solidariedade e esperança preenchem o coração de todos durante o Natal. Uma data de confraternização e de reencontros para relembrarmos o nascimento de Jesus Cristo. Uma data para celebrarmos a vida.




quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


 
 
 
A MORTE











A Morte é uma simples mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que já não
proporciona à vida as condições necessárias ao seu funcionamento e à sua evolução.
Para além da campa abre-se uma nova fase de existência.  O Espírito, debaixo da sua
forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; acha no seu estado
mental os frutos da existência que findou.
Por toda a parte se encontra a vida.  A Natureza inteira mostra-nos, no seu maravilhoso
panorama, a renovação perpétua de todas as coisas. Em parte alguma há a morte como,
em geral, é considerada entre nós, em parte alguma há o aniquilamento;  nenhum ente
pode perecer no seu princípio de vida, na sua unidade consciente. O Universo transborda
de vida física e psíquica.  Por toda a parte o imenso formigar dos seres, a elaboração de
almas que, quando escapam às demoradas e obscuras preparações da matéria, é para
prosseguirem, nas etapas da luz, a sua ascensão magnífica.
A voz da sabedoria dir-lhes-á: "Que importam as sombras que se foram !  Nada perece.
Todo ser se transforma e se esclarece,  sobre os degraus que conduzem de esfera em
esfera, de sol em sol até DEUS. Espírito imorredouro , lembra-se disto:
A morte não existe ! "

(Na Obra: Ser, Destino, Dor - Léon Denis)


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NO CURSO DA VIDA



-Exemplifique o bem desinteressado.
Os nossos atos demonstram a proximidade ou a distância em que vivemos da Lei Divina.



- Viva com alegria.
O presente já faz parte de nossa vida imortal.
-Pondere cada atitude.
Tanto é difícil saber fazer quanto saber não fazer.
- Evite o isolamento sistemático.
Somos peças integrantes do ambiente em que existimos.
-Entenda a função da posse efêmera.
Nem a riqueza e nem a privação expressam virtude.
- Não fuja ao começo.
A caridade corrige qualquer erro.


- Estude incansavelmente.
Alcançar novos conhecimentos é formular novas indagações.
-Cultive confiança.
Com temor não há progresso.
- Seja paciente na dor.



Crise, muitas vezes é o nome que aplicamos à transformação do mal em bem.
-Amolde-se aos padrões do Evangelho.
Na essência, o mundo atual permanece quase o mesmo da época de Jesus.


( Pelo Espírito André Luiz 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

MEDIUNIDADE

O fenômeno é dos mais antigos.

Recuando no tempo, encontramos registros em um dos livros primeiros da Humanidade, a Bíblia.



No versículo segundo, do capítulo primeiro do livro de Gênesis, se lê: As trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus movia-Se sobre as águas.

O homem pressentia a presença do Criador. O que quer dizer, o homem registra, desde sempre, o Mundo além da esfera física. O Mundo dos seres espirituais.

Paulo de Tarso, dando-se conta dessa percepção especial do ser humano a denominou dom.

E a respeito se estendeu em sua Epístola aos Coríntios, descrevendo as suas variedades.

Enquanto na Terra, o Homem de Nazaré deu provas múltiplas da inter-relação entre ambos os Mundos, físico e o espiritual


Falou aos Espíritos atormentados e que se chamavam Legião, na cidade de Gadara; aos que agrediam o jovem que Lhe é trazido para ser curado.

Senhor dos Espíritos - assim O denominaram por descobrirem que os Espíritos Lhe obedeciam.

Seria somente no século XIX, no entanto, que este dom seria amplamente estudado e decodificado, pelo sábio Allan Kardec. E ele lhe deu nome específico: mediunidade.

A capacidade de ser intermediário entre um mundo e outro, entre uma e outra dimensão. Médium, ou intermediário.

Ainda hoje bastante incompreendida, é a mediunidade, contudo, uma faculdade inerente ao ser humano.

Dela quase todos os homens têm resquícios. Alguns mais, outros menos.

Mas, quem já não teve a impressão de ter alguém, incorpóreo, ao seu lado, velando por si, em horas dolorosas?

Quem já não se referiu à interferência de seres angélicos em momentos de grande dificuldade?

Quem não entregou o filho que parte para terras distantes aos cuidados de um ser que chama anjo de guarda, anjo guardião, protetor, orientador?

Quem já não ouviu o sussurrar de vozes imperceptíveis, no interior de si mesmo?

Dificilmente se encontrará alguém que disso tudo não tenha um mínimo registro, senão por si mesmo, por alguém de sua família.

Isso nos diz que o Mundo Espiritual se faz presente de forma constante no Mundo físico.

Pode-se dizer que há uma interpenetração de um e outro.

Movemo-nos na esfera física. Nossos atos e pensamentos repercutem na esfera espiritual.

Ninguém segue só. Como dizia o Apóstolo Paulo: Estamos rodeados por uma nuvem de testemunhas.

Sombras, Espíritos, guias. Não importa como os chamemos, eles são realidade.

E silenciosamente velam por nós. Discretamente nos orientam. Sutilmente nos vão dando notas de que têm sobre nós seus atentos olhares.

* * *

Quando estiver a ponto de desanimar por se acreditar só, abandonado, pense que alguém, da Espiritualidade, guarda a sua vida e vela por você.

Você pode não crer. Mas não importa. Mesmo assim, os que o amam estão com você.

domingo, 4 de dezembro de 2011


 
Pelas suas obras é que se reconhece o cristão










16. "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai que está nos céus."
Escutai essa palavra do Mestre, todos vós que repelis a Doutrina Espírita como obra do demônio. Abri os ouvidos, que é chegado o momento de ouvir.
Será bastante trazer a libré do Senhor, para ser-se fiel servidor seu? Bastará dizer: "Sou cristão", para que alguém seja um seguidor do Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereis pelas suas obras. "Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má pode dar frutos bons." - "Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo." São do Mestre essas palavras. Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Que frutos deve dar a árvore do Cristianismo, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com sua sombra uma parte do mundo, mas que ainda não abrigam todos os que se hão de grupar em torno dela? Os da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e de fé. O Cristianismo, qual o fizeram há muitos séculos, continua a pregar essas virtudes divinas; esforça-se por espalhar seus frutos, mas quão poucos os colhem! A árvore é boa sempre, porém maus são os jardineiros. Entenderam de moldá-la pelas suas idéias; de talhá-la de acordo com as suas necessidades; cortaram-na, diminuíram-na, mutilaram-na; tomados estéreis, seus ramos não dão maus frutos, porque nenhuns mais produzem. O viajor sedento, que se detém sob seus galhos à procura do fruto da esperança, capaz de lhe restabelecer a força e a coragem, somente vê uma ramaria árida, prenunciando tempestade. Em vão pede ele o fruto de vida à árvore da vida; caem-lhe secas as folhas; tanto as remexeu a mão do homem, que as crestou.
Abri, pois, os ouvidos e os corações, meus bem-amados! Cultivai essa árvore da vida, cujos frutos dão a vida eterna. Aquele que a plantou vos concita a tratá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância seus frutos divinos. Conservai-a tal como o Cristo vo-la entregou: não a mutileis; ela quer estender a sua sombra imensa sobre o Universo: não lhe corteis os galhos. Seus frutos benfazejos caem abundantes para alimentar o viajor faminto que deseja chegar ao termo da jornada; não amontoeis esses frutos, para os armazenar e deixar apodrecer, a fim de que a ninguém sirvam. "Muitos são os chamados e poucos os escolhidos." É que há açambarcadores do pão da vida, como os há do pão material. Não sejais do número deles; a árvore que dá bons frutos tem que os dar para todos. Ide, pois, procurar os que estão famintos; levai-os para debaixo da fronde da árvore e partilhai com eles do abrigo que ela oferece. - "Não se colhem uvas nos espinheiros." Meus irmãos, afastai-vos dos que vos chamam para vos apresentar as sarças do caminho, segui os que vos conduzem à sombra da árvore da vida.
O divino Salvador, o justo por excelência, disse, e suas palavras não passarão: "Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus; entrarão somente os que fazem a vontade de meu Pai que está nos céus."
Que o Senhor de bênçãos vos abençoe; que o Deus de luz vos ilumine; que a árvore da vida vos ofereça abundantemente seus frutos! Crede e orai. - Simeão. (Bordéus, 1863.) 


(O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XVIII)