segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

REILI E DUBALI


A HISTORIA DE REILI E DUBALI
 
A historia de Reili e Dubali
· “Para que a criatura cumpra fielmente os desígnios desta Doutrina, é indispensável que desenvolva os seus próprios princípios divinos. É preciso que se sacrifique em favor de grande número de espíritos que se desviam de Jesus. É preciso que esteja no luminoso caminho da fé, da caridade e da virtude do Espírito da Verdade, e se dedique, principalmente, àqueles que tombaram dos cumes sociais pelo abuso do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência.
Eu seria feliz se os visse na paz e na compreensão de Reili e Dubale, dois terríveis e valentes mercenários que, à frente de dezenas de homens, se digladiavam no ódio e no rancor, jurando que se matariam tão logo se encontrassem.
Quis a vontade de Deus que aqueles brutos que respeitavam o regulamento (que não permitia que dois comandantes ou capitães se batessem à frente das tropas, pois seria covardia se assim procedessem), no instante preciso subissem o Calvário, sem olhar para trás, não sabendo um por onde o outro caminhava, sem um ver o outro, pois subiam um por cada lado.
Os dois novamente se confrontaram, porém sem notar um a presença do outro, pois ambos estavam com a atenção voltada para um grupo de homens e mulheres que choravam, enquanto outros riam... de Jesus!
Era Jesus de Nazareth que subia o morro, carregando a Sua cruz.
Os dois brutos estavam de olhos parados quando Jesus, descansando, com o olhar amargurado, lançou-lhes um olhar cheio de ternura, como se lhes dissesse: Filhos, amai-vos uns aos outros!...
 
Dubale, olhando para Reili, deixou cair a sua lança. Reili seguiu seu gesto. Os dois se abraçaram, vendo que nenhuma dor poderia ser igual à de Jesus. Abraçados, ouviram os chicotes dos soldados de César. Dubale, chegando bem pertinho de Jesus, ofereceu-Lhe todo o seu exército para salvá-Lo. Reili fez a mesma oferta. Jesus não quis, dizendo: O meu Reino não é deste mundo!
Dubale e Reili saíram dali com o coração cheio de dor. Porém, não esqueciam aquele olhar de profundo amor e de esperança!
Aquele olhar modificara totalmente o curso de suas vidas.
Saíram dali e voltaram para junto de suas tropas. Os dois, sem dizer uma palavra, deram-se as mãos. Dubale chegou à sua tropa e, como que por encanto, todos vieram ao seu encontro, perguntando:
- Viu Jesus de Nazaré?
- Vimos!... Sentimos o Seu olhar!... Estamos cheios de esperança!
Nisso, o grande exército de Reili foi chegando. Ninguém se moveu. Estavam todos extasiados. Reili foi descendo e, num impulso, novamente se abraçou com Dubale. Agora, estavam em frente às suas tropas. Para resumir, os dois se juntaram, formando uma grande força.
Sim, filho, é como te vejo, o teu impacto ao chegar nesta Doutrina!
Os valentes não abandonaram suas tropas, não dispuseram de seus dependentes. Juntos, continuaram no mesmo caminho. Sentiam-se como irmãos, porque Jesus, com Seu olhar, lhes dissera tudo.
Até Galba e Tanoro que, por se considerarem grandes inimigos, eram mantidos à distância por seus chefes, ao se reverem se abraçaram na presença de Reili e Dubali.

O olhar de Jesus abençoara aquela tribo!
Todos, emocionados, tiveram os olhos rasos de lágrimas, porque não ficou só ali a graça de Jesus. Já seria suficiente que aqueles dois líderes tivessem em seus corações e em suas mentes aquele olhar!...
Quarenta dias se passaram sem que os dois fidalgos soubessem o paradeiro de Jesus de Nazareth. Tinham medo de falar em seu Santo Nome. Tinham medo de falar e perder aquele encanto, aquela luz de esperança, aquela alegria de viver, aquela sublimação tão bela que haviam adquirido. Não perguntavam um ao outro o que deveriam fazer.
Sabiam o que era bom para eles: AMAI-VOS UNS AOS OUTROS!
Ambos viajavam, calados, quando Dubale quebrou a sintonia daquele silêncio:
- Como se sente?
- Bem! A esperança do mundo está dentro do meu coração. Sinto desejos pela minha Sabarana!
Sorriam, quando uma carruagem parou e um ancião, angustiado, lhes pediu:
- Senhores! Pagamos tudo o que quiserem, mas vão salvar meu filho, minha nora e meus netos, que estão presos nas garras do povo de Zairo. Vão tomar nossa pequena dinastia e juntá-la ao povo dele.
Os dois se entreolharam e partiram para a luta. Porém, foi diferente. Procuraram o chefe e os três dialogaram. Fizeram um ataque. Ninguém morreu e os assaltantes fugiram dali.
Reili e Dubale repartiram seus honorários e continuaram em suas batalhas. Mas jamais perderam o amor de Jesus!
Finalmente, o desejo de Reili teve fim. Chegaram à mansão de sua linda Sabarana.
Porém, quem veio recebê-los foi a bela Doragana:
- Oh, meu querido cunhado! Vimos Jesus de Nazareth! Levamos Sabarana e Ele não a curou!...
- Onde está ela?” perguntou Dubale.
- Aqui! - falou a linda Sabarana, chegando com dificuldades e abraçando Reili, que estava com os olhos cheios de lágrimas, repetindo:
- Vistes Jesus de Nazareth e Ele não te curou?
- Sim. Ele me disse: pagarás centil por centil...
 Dubale colocou a mão sobre sua boca, não a deixando mais falar. Com firmeza, falou:
- Jesus de Nazareth! Eu Te amo, porque enchestes de amor a minha vida... Devolve a visão a esta mulher, que é a vida de meu irmão, e juntos pagaremos ceitil por ceitil tudo o que devemos!...
Nisso, apareceu uma luz radiante, e Sabarana voltou a enxergar.
Eis porque Dubale fez aquela cura: Jesus de Nazareth modificara seu coração, de verdade mesmo, pois não sentiu revolta contra Jesus. O seu amor e a sua confiança eram tão grandes que não vacilou. Então, Jesus o ouviu e a curou.
Por que não ser como Dubale e Reili? Sentir o seu amor e confiar, ter confiança.
Jesus de Nazareth nada pede, nada exige. Nada pediu ou exigiu daqueles dois brutos e, no entanto, eles O sentiram tanto, tão profundamente, a ponto de curar Sabarana.
Dubale se apaixonou pela bela Doragana. Porém, continuaram sua jornada.
Sim, filho, é preciso muita confiança em Cristo Jesus.
Sem nada oferecer a ti mesmo, receberás a Luz do Santo Evangelho!
Lembra-te, filho: o grande ciclo vai-se fechar. Horas chegarão da tua individualidade. Continue amando em teus encontros sinceros. Viva os teus desejos, as tuas paixões, porém em uma só filosofia: ser honesto contigo mesmo!
Farás, filho, tudo o que quiseres na força da cura desobsessiva. Salve Deus, filho! Quantas vezes pensei em te ver na figura de Reili e Dubale! Porém, minha esperança não morre...
Quantas vezes morro, aos pouquinhos, ouvindo um filho dizer:
- Vou deixar a Corrente. Minha vida está muito mal. Vou deixar a Corrente! Trabalho, trabalho, e não tenho coisa alguma!
Eu sofro ao ver tanta incompreensão. Deixam milhares de sofredores esperando - as suas vítimas do passado - e não esperam nem mesmo a bênção de Deus para serem felizes! No primeiro impacto, deixam de acreditar até mesmo em sua individualidade, sem dar tempo para receberem as pérolas dos anjos e dos santos espíritos, que são a recompensa do trabalhador.
Cuidado, filho. Siga o exemplo de Reili e Dubale!” (Tia Neiva, 24.11.81)

(EXTRAÍDO DO ACERVO DOUTRINÁRIO )

ESTRELA CANDENTE

                                                                       Estrela Candente
Quando Tia Neiva foi preparada na Alta Magia, foi levada por Humarran ao Oráculo de Simiromba e ali recebeu o direito de trazer a Estrela Candente e de formar os Trinos, que seriam os representantes das nossas Raízes.
O conjunto da Estrela Candente simboliza a grande jornada das forças civilizatórias que envolvem o período da História que precedeu nossa Era, atravessando os grandes eventos históricos - Espartanos, Macedônicos, Egípcios e a Era Crística na sua plenitude da vida de Jesus - e chega até nossos tempos.
O conjunto, chamado Solar dos Médiuns, inclui uma cachoeira e um estrela de seis pontas, formada por dois triângulos equiláteros cruzados, invertidos, um amarelo, onde se projetam as forças do Sol – Obatalá, e outro azul, sob a influência da Lua - Olorum.
No meio, a elipse, o mais possante portal de desintegração que temos.
Tia Neiva era portadora de 108 mantras, forças fantásticas de origem extracósmica, que implantou nos trabalhos do Amanhecer. 108 é um número cabalístico. Por exemplo, temos, no budismo, 108 imperfeições humanas; são, no hinduísmo, 108 os nomes do deus Krishna; na China, a astrologia nomeia 108 estrelas sagradas. Quando da energização da Estrela Candente Tia Neiva preparou 108 portais de desintegração, um em cada esquife, para as passagens dos espíritos trabalhados no ritual.
Cada detalhe ou cada divisão define uma linha de força, todas se reunindo no trabalho da Estrela Candente, que desintegra as energias negativas e proporciona a elevação de espíritos que, por sua alta vibração negativa, não podem ser atendidos nos trabalhos mediúnicos no Templo.
A manipulação se faz, também, nos Planos Superiores, direcionando feixes de energia que irão beneficiar hospitais, presídios e muitos órgãos governamentais, locais onde se formam grandes nuvens de cargas pesadas e onde convive com os encarnados uma grande concentração de espíritos obsessores, com destaque para a legião dos Falcões.
As três consagrações - às 12h30, 14h30 e 18h30 - são realizadas todos os dias, sendo denominadas como uma Escalada.
Koatay 108 se preocupou muito com a perfeita execução do ritual, pois envolve forças grandiosas de extraordinário poder, que se deslocam para o benefício da coletividade, levando a Luz para os que estão sujeitos à ação das grandes falanges das Trevas.
Obedecendo rigorosamente aos horários, quinze minutos antes da hora prevista para a Consagração, é acionada a sirene e o Comandante deve solicitar que os médiuns que vão participar dos trabalhos se reunam na parte iniciática.
Neste momento, a Amacê da Estrela Candente emite poderosa energia – Abaluê -, formando maravilhoso arco-íris pelos diversos padrões vibratórios de que é portadora, envolvendo o recinto, partindo do lado esquerdo da Cabine de Comando, contornando os limites da Estrela, dos Quadrantes, chegando até à Pirâmide, de onde retorna, margeando o Lago de Yemanjá e voltando à direita da Cabine. Essa energia está sob o comando de OXUM MARÊ - Orixá XANGÔ, que tem o poder das Forças da Terra -, protegendo todo o recinto da Estrela de qualquer interferência externa.


Todos os médiuns ,  são compromissados  a  fazer uma estrela por mês!




Com a  implantação do complexo , em Coronel Fabriciano, MG, este compromisso se tornou mais viável.
Salve Deus!


(Resumo  de Cazagrande)

TEMPLO NARONE DO AMANHECER - CORONEL FABRICIANO

                                                                              CONSAGRAÇÕES
Nos dia 10  e 11 de dezembro de 2010, estivemos presentes , no Templo Narone do Amanhecer, para participarmos dos eventos, que marcarão o início de uma grande oportunidade  a todos nós , da Região Sudeste.
Foi consagrada  ,no dia 10 , a ESTRELA CANDENTE e a ESTRELA DE NHERU, com a presnça de nosso  Coordenador , Trino Ajarã,  sua ninfa , Nair Zelaya e  corte.
                           No dia 11 , foi realizado , pela primeira vez , o trabalho de TURIGANO.
Registramos , um agradecimento especial ao Adjunto Narone , a  Ninfa Ana Júlia e familia, pela recepção oferecida aos  que lá compareceram .

Os nossos cumprimentos , se estendem  aos componentes do Continente de Narone , que receberam muito bem , os que  lá  compareceram.


Alguns detalhes do Templo:


Alguns momentos do final de semana em Coronel Fabriciano,MG

Salve Deus ! Que Pai Seta Branca e Mãe Yara  os abençoe e que nossa Mãe possa registrar tudo isto !

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

INSTRUTORES DO CURSO DE SÉTIMO RAIO

                          Ao falar de nosso CURSO DE SÉTIMO RAIO,  não declinamos os nomes de nossos instrutores, mas agora  de posse  da relação, não poderia deixar e registrar as presenças destes Adjuntos , que não mediram esforços , para que pudéssemos  receber  os  ensinamentos ministrados, dando-nos  , maior preparação  e segurança , no cumprimento de nossa missão.
Estes foram os abnegados  irmãos , que se dispuseram nesta   jornada:

1ª Aula - 23 e 24/07 – Mestre RAMALHO (Coordenador do Curso de 7º Raio), Adjunto  ARUMÃ, Planaltina – DF;
2ª Aula - 06 e 07/08 – Mestre FIDELIS. Adjunto  ANARO,  Guarapari, ES;
3ª Aula - 20 e 21/08 – Mestre MÁRLIO KLEBER, Adjunto  PETANARO  Presidente de Palmas - Tocantins;
4ª Aula – 03 e 04/09 – Mestre EVANDRO CARRUSCA, Adjunto Alzan, Belo Horizonte, MG
5ª Aula – 17 e 18/09 -  Mestre JOÃO MARCOS, Adjunto ATAMOR  Fortaleza;
6ª Aula – 01 e 02/10 – Mestre Francisco Bernado, Adjunto ADELAN, Presidente de Maringá, PR;
7ª Aula – 15 e 16/10 – Mestre CARLOS MAGNO, Adjunto NERANO, Presidente de Dois Irmãos, Pernambuco;
8ª Aula – 29 e 30 /11 – Mestre MÁRLIO KLEBER, Adjunto  PETANARO , Presidente de Palmas - Tocantins);
9ª Aula – 12 e 13/11 –  Mestre JOÃO MARCOS , Adjunto ATAMOR, Fortaleza..
10 Aula – 26 e 27/11 -  Mestre JURANDIR, Adjunto TARAJO, Goias

                                                              Esta foi nossa décima aula
                                                             Esta é parte de nossa turma

Renovamos  nossos agradecimentos  e  com certeza , esta troca de energia, partindo de irmãos  de terras distantes , trouxe  ao povo do Espírito Santo, uma oportunidade rara.
Com certeza , se fazia necessário, este intercâmbio, pois o Pai coloca seus filhos , onde devem estar !
Lembramos ,ainda , que  , na  nona aula , recebemos os radares , das mãos do Trino Ajarã, que também esteve presente  a este Curso


Salve Deus!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

FALANGES MISSIONÁRIAS


HISTÓRIA DA FALANGE TUPINAMBÁ

Yone Turial de Almeira, Primeira Tupinambá, acompanhou Tia Neiva em sua jornada, desde 1974. Oito anos depois, assumiu a missão dada por pai Seta Branca: criar a falange dele.

Em 1982, eu era Muruaicy, mas tinha saído da falange. Tia Neiva mandou que eu voltasse para ser Regente porque a Primeira Muraicy (Rilza) estava afastada. Na Estrela, no dia da consagração da Dinah como Primeira Dharman-Oxinto, a tia disse: "minha filha, você vai ficar aqui do lado, não vai ser mais Regente Muruaicy, o Pai Seta Branca disse que sua missão vai ser outra".

No dia seguinte na casa de Tia Neiva, fui informada por ela que a minha missão era formar a falange de Pai Seta Branca, pois ele disse que tinha chegado à hora.

A missão da falange, naquele momento, tinha um cunho social, era o Serviço Social da Doutrina. A Tia deixou escrito: "A falange Tupinambá tem acesso à direção da Casa Grande", porque nós teríamos que estar lá. Ele trouxe as Tupinambás para trabalhos sociais, ligados a atenção aos irmãos menos favorecidos, as crianças desamparadas, aos pacientes que chegavam bêbados e aos drogados. Distribuir harmonia entre o corpo mediúnico e ajuda em arrecadação para ajudar alguns necessitados.

"Eu recebia as pessoas, dava alimentação e conduzia até o Templo, para passar nos trabalhos todos os dias. As entidades mandavam me chamar e diziam: Fica com esse paciente por tantos dias e, eu ficava. Então, todos os dias eu os trazia até o Templo e eles passavam nos trabalhos, até o dia que eles concluíam o tratamento espiritual e seguiam os seus caminho, para onde quisessem ir. Muitos mestres passaram por lá. Fiquei na Casa Grande por oito anos, mas resolveram desmanchá-Ia e foram formadas outras casas em outros lugares. As vezes, alimentava sessenta, setenta pessoas num almoço e o mesmo no jantar".

Tudo o que eu fazia era através da intuição de Pai Seta Branca, nada por minha conta. Ele dizia: "todos os dias eu te espero às nove horas no Turigano", e assim acontecia. Ele me preparava, me mediunizava e eu passava o dia trabalhando, não tinha dificuldades, todos ajudavam.

A Tia Neiva não conseguiu narrar ou contar a história das Tupinambás. Naquela época, ela estava muito debilitada e, não tinhamos tempo nem de conversar. A única coisa que ela fez foi o canto da minha individualidade, que diz tudo de nossa missão. O canto da Tupinambá é o da minha individualidade. Como não houve tempo de fazer o canto coletivo para as componentes da falange, eu pedi permissão a ela e dei o meu canto para as Tupinambás.


A MISSÃO

Segundo Tia Neiva orientada por Pai Seta Branca, a missão da falange está além das portas do templo do amanhecer, seu verdadeiro propósito é o auxilio dos cegos, dos mudos, dos surdos e dos incompreendidos, são aqueles que chegam aqui em busca de cura para os seus males físicos e espirituais, essa é a missão das Tupinambás, ajudar as pessoas mais necessitadas.

Antigamente a falange era associada à direção da Casa Grande, de acordo com as palavras da Tia, as Tupinambás deveriam gastar todo o tempo que fosse necessário atendendo as pessoas que aqui chegassem, deveriam tomar todas as providências para o auxilio dessas pessoas, mas com o passar do tempo e com o falecimento de Tia Neiva muito da missão das Tupinambás foi esquecida.

A falange tem também como responsabilidade a manutenção da imagem do Pai Seta Branca que está localizada no interior do templo, as ninfas responsáveis pela limpeza são escaladas pela Primeira Tupinambá.

Do "Observações Tumarã",  foi retirado o seguinte texto:

"As Tupinambás têm como missão atender a pacientes que demandam o Templo em busca de auxílio, providenciando alojamento e alimentação, bem como avaliando a real necessidade de cuidados médicos, no plano físico, para ajudar os pacientes.

A Primeira Tupinambá é a Ninfa Lua  Ione Turial, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Trino Muray, Mestre Ademar, sendo seus prefixos Daçui e Daçui-Ra. Foi consagrada em 1-5-1982."

A CASA GRANDE DAS TUPINAMBÁS

Existia no templo-mãe uma cantina, uma casa, onde atendiam as pessoas necessitadas de ajuda física e espiritual que lá chegavam. As pessoas necessitadas eram encaminhadas pelas entidades do Vale do Amanhecer, principalmente, por Vovó Catarina das Cachoeiras e, ali permaneciam o tempo indispensável e necessário para receberem as suas curas.

Os mestres que ajudavam na Casa das Tupinambás eram os componentes da própria falange ou outros voluntários de outras falanges missionárias que se propuseram somar esforços e ajudar a nossa Primeira Tupinambá, para o bem de muitos.

Com o funcionamento da casa das Tupinambás, todos os dias às nove horas da manhã, a Primeira da falange ou quem ela determinasse ou escalasse para substituí-la, deveria fazer a emissão e o canto no Turigano, na presença de todos os voluntários do dia. Havia esse ritual, pois conversando certa vez com Pai Seta Branca ele explicou à ninfa Yone que, estaria esperando por ela todos os dias nesse horário no Turigano.

Esta casa foi criada pela Primeira Tupinambá Yone, por ordem de Pai Seta Branca, Mãe Yara e Tia Neiva em dezoito de novembro de 1985. Foi fechada após (sete anos de funcionamento
ininterrupto.

Restando-lhe pouco tempo de vida, Tia Neiva trouxe o canto da individualidade da Primeira Tupinambá Yone e posteriormente traria dos planos espirituais o canto das demais componentes da falange, vendo que Tia Neiva não teria tempo de vida suficiente para trazê-lo, a ninfa Yone com o consentimento da Tia decidiu ceder o canto de sua individualidade a todas as ninfas da falange e, assim foi feito. Tia Neiva desencarnou antes de trazer o canto das componentes e até hoje elas emitem o canto da individualidade da Primeira Tupinambá.




CANTOS DAS TUPINAMBÁS:

OH! JESUS DIVINO E AMADO MESTRE, NESTA BENDITA HORA, VENHO EM TEU SANTO NOME EMITIR O MEU CANTO DE MISSIONÁRIA TUPINAMBÁ. TRAGO O DESTINO NESTA RICA OPORTUNIDADE QUE ME FOI DADA JUNTO AOS MEUS IRMÃOS, ENSINAR O CAMINHO DOS QUE DESAMPARADOS VEM PROCURAR ESSA GRANDEZA ABSOLUTA DE DEUS PAI TODO PODEROSO.

DAÍ-NOS FORÇA JESUS, PARA MELHOR VOS SERVIR NA CURA DESOBSESSIVA A DOS CEGOS, DOS MUDOS E DOS INCOMPREENDIDOS.
GRANDEZA DE DEUS QUE O NOSSO JESUS AMADO NOS CONFIOU NESTA JORNADA PARA O TERCEIRO MILÊNIO. QUE AS FORÇAS NOS CHEGUEM PARA QUE EU POSSA ENCAMINHAR, AJUDANDO ESTES QUE CHEGAM EM BUSCA DA CURA DOS SEUS MALES FÍSICOS E ESPIRITUAIS.
EM TEU SANTO NOME JESUS, ESTAMOS AQUI A MERCÊ DO TEU JULGAMENTO.

JESUS QUERIDO, VENHO DO MUNDO VERDE, E HOJE SOU A MISSIONÁRIA, UMA MISSIONÁRIA ESPECIAL EM TEU SANTO NOME.
EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO. SALVE DEUS!