sábado, 8 de outubro de 2011


 

FAZE LUZ
Quando te confias à maledicência, despendes da própria alma raios de treva e perturbação que, de retorno, te impõem dolorosa e indefinível tortura íntima a exprimir-se em obscuros processos de enfermidade.
Quando te entregas às sugestões da calúnia, exteriorizas da própria mente forças destrutivas que, de volta, te impelem à comunhão com as inteligências perversas que a veiculam, adquirindo invisíveis passaportes para os abismos da obsessão e do crime, da loucura e da morte.
Quando desces à crítica venenosa, na preocupação de ensombrar o caminho dos que te cercam, expulsas do próprio espírito dardos intangíveis e penetrantes de sofrimento e desânimo que, de regresso, te imobilizam os passos na noite da dificuldade e do desalento, de vez que, procurando salientar as deficiências e chagas alheias, não fazes mais que levantar a antipatia gratuita dos outros contra a segurança e a paz de teu próprio caminho...
Lembra-te de Jesus, cuja infinita misericórdia nos acompanha em todos os passos e auxilia sempre.


Recorda quantas vezes foram teus erros apagados pela Bondade Divina e não olvides o culto incessante que todos devemos à Humana Bondade.
Faze luz no próprio roteiro para que a luz nos encontre.
Suportemos as faltas do próximo como desejamos sejam as nossas entendidas e toleradas.
E, desculpando infinitamente, alcançaremos, em nossa marcha, o Sol do Infinito Amor, cujos Raios Celestes nos asseguram todas as bênçãos da vida e que somente aguarda a nossa compreensão e nossa boa vontade para investir-nos na posse dos sublimes tesouros da Glória Excelsa.
( Pelo Espírito Emmanuel - Do Livro: A Verdade Responde - Médium: Francisco Cândido Xavier )
Salve Deus...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FILHOS

  Nós pais, temos tantas preocupações com relação aos filhos, mas tantas vezes, na tentativa de fazer o melhor, nos perdemos no caminho, não por falta de amor, mas por falta de atenção em aspectos importantes.




Por esse motivo, convém lembrar que nosso filho é abençoado aprendiz da vida. Não lhe dificultemos a colheita das lições, fazendo-lhe as tarefas.

Nosso filho é flor em botão nos verdes ramos da existência. Não lhe precipitemos o desabrochar, debilitando-lhe a vitalidade espontânea.

Nosso filho é discípulo da existência. Não lhe impeçamos a produtividade, tomando sobre nossos ombros os misteres que lhe competem.

Nosso filho é lâmpada em crescimento de luz. Não lhe coloquemos o óleo viscoso da bajulação para que não afogue o pavio onde crepita a chama da esperança.

Nosso filho é fruto em formação para o futuro. Não procuremos colher, antes do tempo, o benefício que não nos pertence.





Lembremo-nos de que somos e que o nosso filho também é filho de Deus.

Nós poderemos caminhar ao seu lado na estrada apertada, mas ele só terá honra quando conseguir chegar ao objetivo conduzido pelos próprios pés.

Nós temos o dever de lhe apontar os abismos à frente; mas a ele compete contornar os obstáculos e descer às baixadas da existência para testar a fortaleza do próprio caráter.

Nós devemos ministrar-lhe os ensinamentos do Evangelho; mas a ele compete o murmúrio das orações, na prece continuada das ações nobres.

Nosso filho é o discípulo amado que Deus pôs ao alcance do nosso coração enternecido, no entanto, a nossa tarefa não pode ir além daquele amor que o pai propicia a todos, ensinando, corrigindo e educando, através da disciplina, para a felicidade.

Mostremos-lhe a vida, mas deixemo-lo viver.

Falemos-lhe das trevas, mas demos-lhe a luz do conhecimento.

Mandemo-lo à escola, mas façamo-nos mestres dele no lar.

Apresentemos-lhe o mundo, mas deixemo-lo construir o próprio mundo.

Tomemos-lhe as mãos e as coloquemos no trabalho, ensinando com o nosso exemplo, mas não lhe desenvolvamos a inutilidade, realizando as tarefas que lhe competem.

Nosso filho é vida da nossa vida que vai viver na vida da Humanidade inteira.

Cumpramos o nosso dever amando-o, mas exercitemos o nosso amor ensinando-o a amar e fazendo que no serviço superior ele se faça um homem para que o possamos bendizer, mais tarde.

Amemos, em nosso filho, o filho de todas as mães e amemos nos filhos das outras o nosso próprio filho, para que ele, honrado pelo amor de outras mães, possa enobrecer o mundo, amando outros filhos.

Nosso filho é semente Divina; não lhe neguemos, por falso carinho, a cova escura da fertilidade, pretextando devotamento, porque a semente que não morrer jamais será fonte de vida.





Nosso filho é a esperança do mundo; não o asfixiemos no egoísmo dos nossos anseios, esquecendo-nos que viemos à Terra sem ele e retornaremos igualmente a sós, entregando-o a Deus consoante as Leis sábias e justas da Criação.

COM PERMISSÃO!!!!!!!!!

PAI SETA BRANCA
 (Renato Sebastião Christo )




 EXISTE NO BRASIL UMA LUZ
QUE A TODO MUNDO ALCANÇA
ESTA LUZ BENDITA DE AMOR
É NOSSO PAI SETA BRANCA.
PAI DE AMOR E BONDADE
QUE NENHUM FILHO RECLAMA
NA HORA DO DESESPERO
SEU NOME ELE CLAMA.
 DA MINHA DOUTRINA QUERIDA
DE AMOR CARIDADE E LUZ
NÓS SEUS FILHOS TE AMAMOS
SETA BRANCA IRMÃO DE JESUS.

COLABORAÇÃO DE KAZAGRANDE!






Um dos mais difíceis passos rumo a evolução é admitir erros. Parece que temos uma “Síndrome de Justificativas”, que nos leva a sempre estar justificando o injustificável. Queremos ser compreendidos em nossas falhas e nem sempre agimos com a mesma tolerância face os erros dos outros.

Admitir que se errou, não quer dizer: “Salve Deus, desculpe. E tudo estará bem!”. É preciso assumir que uma energia foi desequilibrada e tudo somente volta ao normal no momento em que o reequilíbrio aconteça. Não temos nunca a dimensão exata do quanto nossas palavras e ações podem ter prejudicado a outrem ou gerado outras situações de conflito e tristeza. “O escândalo há de vir, ai de quem for o instrumento!”.

Resta-nos admitir e rogar, com absoluta sinceridade, para que nosso karma seja aliviado, por nossas boas ações... Assim funciona a Escola do Caminho, implantada pelo Divino Mestre. É um teste de humildade, de capacidade de perdoar as ofensas recebidas, com a consideração de que quem ofende não possui o mesmo esclarecimento que nós, e portanto, julga-se em seu direito. Perdoando, temos o benefício de “quando chegar nossa hora de pedir perdão aos nossos cobradores”, possamos ter o quê apresentar. Ter o quê entregar nas mãos dos nossos Mentores para que seja apresentado como prova cabal de que somos outros, que nossa encarnação mudou, que nossa personalidade é outra, que não somo perfeitos, mas estamos verdadeiramente a Caminho de encontrar a Deus.

Nos Planos Espirituais impera sempre a razão! Medos, palavras de desespero, preces emocionadas, mas desprovidas do real sentimento de aceitação, de nada valem. Se não fosse assim, bastaria o pior dos criminosos se arrepender, após deparar-se com o peso de sua própria energia ao desencarnar, e tudo estaria bem, ele seria resgatado e viveria feliz para sempre.

Nos Planos Espirituais, não existem estes contos de fadas. Por mais que encontremos finais felizes nos romances espíritas que lemos, devemos ler com mais atenção o quanto custou para que o dito “final feliz” chegasse.

Traduzindo, não adianta lamuriar-se chorando em orações que não provem do real arrependimento, que vêm somente do medo das conseqüências. O temor deve ser avaliado antes das ações, e não depois! Somente com o reequilíbrio do que foi desequilibrado, seja pelo pagamento centil por centil, ou pela constante vigilância de nossos Mentores, que avaliando seu real sentimento, auxiliam a aliviar a situação, é que a vida volta a seguir o “Caminho Natural”.

O Caminho Natural é sempre o melhor. Tudo foi planejado para que enfrentássemos os t estes e oportunidades da melhor maneira, e, seguindo este caminho, verdadeiramente podemos ser felizes ainda nesta encarnação.

Estes dias me perguntaram “Como venci, e tão rápido mudei minha vida material e espiritual?”. Respondo que não venci! Sigo em uma luta diária contra a personalidade que tenta se justificar, contra o espírito que já compreende o Caminho  Natural.

Não é fácil! Ainda erro, sofro as intempéries dos negócios, tenho prejuízos, encontro cobradores encarnados e desencarnados, nem tudo dá certo... Tenho uma vida igual à de todos meus irmãos Jaguares! Não sou Santo, Iluminado ou coisa parecida. Apenas aprendi que não adianta “espernear”! O quê temos que passar, iremos passar! Para ser mais rápido, com mais facilidade, é preciso que aceitemos, que observemos os sinais, que sigamos as intuições, que passemos a ouvir mais aos nossos Mentores. Eles não podem mudar sua vida e tirar as pedras dos seus caminhos, mas podem aconselhar e alertar, sem qualquer necessidade de interferir em nossa jornada, apenas sendo o fiel apoio, a voz da sabedoria dando os sinais, que, se estivermos em real sintonia, saberemos ouvir e perceber onde está a tal “pedra”.

Nada acontece por acaso! Desvendemos nossas personalidades e vamos construir um verdadeiro futuro de sucesso a nos esperar no “retorno para casa”.

Um fraterno abraço,
Kazagrande

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A importância dos detalhes


Você já pensou na importância dos detalhes? 

Muitas pessoas falam de moralidade, virtude e bondade, mas são raras as que praticam essas qualidades no dia-a-dia, com as pessoas com as quais convivem.
 

Seus olhares geralmente estão voltados para o todo, para a comunidade, mas se esquecem de que o todo é formado pelos indivíduos.
 

Para que se possa efetivamente aumentar o bem-estar geral, é preciso iniciar por praticar virtudes como a de responder gentilmente a um familiar ou colega de trabalho, no momento em que este solicita.
 

Quem não dá importância aos detalhes, não terá êxito nas grandes coisas, pois as coisas grandiosas são compostas pelas pequeninas.
 

Pensando assim, chegaremos à conclusão de que detalhes não existem de fato.
 

O que nos parece um detalhe é a parte mais importante, e a que realmente faz a diferença.
 

É inegável que a vida se torna mais leve quando somos tratados com pequenos gestos de gentileza, cortesia e atenção.
 

Ainda que possam parecer insignificantes as ações benevolentes provocam um efeito semelhante ao que ocorre quando jogamos uma pedra num lago.
 

Pequenas ondulações surgem e vão se espalhando pela superfície líquida. Assim também os pequenos gestos de bondade provocam ondulações no caráter de quem os recebe.
 

Essas atitudes têm um grande poder de transformação, pois quem as experimenta se deixa penetrar pelas vibrações agradáveis e tende a repeti-las com as outras pessoas.
 

Por isso, se você se importa mesmo com o bem geral, comece por promover a sua melhoria íntima, nos mínimos detalhes.
 

Comece a observar suas ações no dia-a-dia e se questione sempre: "Esta minha atitude está contribuindo para que eu me transforme no tipo de pessoa que desejo ser?
 

Minha maneira de agir com as pessoas que cruzam o meu caminho está contribuindo para o bem-estar geral?"
 

Um único minuto de atenção que damos a alguém pode significar muito para o bem geral.
 

Da mesma forma, uma palavra áspera, a indiferença diante da dor de alguém e a falta de atenção podem gerar dissabor em grande escala.
 

Por todas essas razões, se você deseja construir um mundo melhor comece a prestar atenção nos detalhes.
 

Olhe para dentro de cada coração e descubra ali os valores existentes e use-os para gerar harmonia e bem-estar.
 

Um indivíduo que se sente feliz e valorizado, será, certamente, mais um aliado seu para melhorar o mundo.
 

Um aliado que irá, tanto quanto você, vislumbrar o imenso horizonte a ser conquistado, a ser cultivado com as flores da amizade, do respeito e da bondade.
 

Quando prestamos atenção nos detalhes e aproveitamos cada oportunidade para fazer o bem, estamos construindo o bem comum.
 

Agindo assim chegaremos à essência da vida. E a essência da vida é o amor. Não um amor geral, destituído de significado, mas um amor ativo, criativo e atencioso nos mínimos detalhes.
 

* * *
 

Todas as pessoas que fizeram e fazem a diferença no mundo, cuidaram dos detalhes.
 

Um olhar de ternura, uma resposta gentil, um pequeno favor, a atenção aos que são desprezados pela maioria, são qualidades das pessoas de bem.
 

Assim, se desejamos realmente fazer o bem devemos fazê-lo nos mínimos detalhes...