terça-feira, 25 de junho de 2013

RICHAS NO TEMPLO-Conselhos a um doutrinador


TEXTO DE KAZAGRANDE A UM MESTRE!
Agradeço a permissão e potei aqui !

Salve Deus!

É muito difícil falar de incidentes assim, que envolvem tanta ficção, pois torna-se impossível analisar sem conhecer as duas partes da história e sem julgar a um ou a outro.

Você é um Doutrinador! Cumpra seu papel: doutrinar e encaminhar espíritos! Ao lado de sua Ninfa, amparando os corações angustiados de nossos irmãos encarnados e desencarnados. Aliviando suas dores, semeando a esperança, trazendo o conforto aos necessitados. Para fazer isso só precisa de um Trono. Não precisa de comandos, regências... Não precisa envolver-se nas disputas pelo poder, na temerária política doutrinaria. Só precisa ir ao Templo, seja ele qual for, abrir seu plexo e começar a atender os que lhes são enviados, encaminhados ou que confiam em vocês. Deixe que quem “acredita” ter as responsabilidades, que as assuma. Você? Cumpra seu papel!

Sei que às vezes nos decepcionamos com nossos líderes ou com seus assessores, e por vezes chegamos a ter a pretensão de querer “resgatá-los”... Entendo ser nossa missão coletiva, porém é cumprida na individualidade. Cada um responde apenas pelos seus atos e não de seus companheiros. Cada um recebe pela sua sintonia e merecimento e não pelo conjunto de vibrações.

Um espirito encaminhado jamais lhe esquece, jamais esquece aquele casal que terminou com sua desdita e foi o instrumento para que recebesse uma nova oportunidade. Pense em quantos rostos desconhecidos estarão lhe esperando quando chegar a hora de fazer a sua passagem! Pense em quantos que esperarão por décadas apenas para poder lhe abraçar e dizer “muito obrigado”. Não pense em seus comandantes, em suas rixas, em suas disputas... isso não é doutrina! Nossa Doutrina é do amor e perdão e somente isso é que podemos semear ao envergar nossas armas.

Diga a sua Ninfa que nos planos espirituais impera a lei da Razão e por esta lei somente recebemos de acordo com nosso interior, com nosso padrão vibratório. Não existem máscaras na Espiritualidade, sua aura vibra na cor de seus pensamentos e sintonia. Por isso, que não se preocupe com quem está ao seu redor, apenas preocupe-se em identificar os corações aflitos que necessitam de seu amor, seu carinho e compreensão para poderem retomar suas jornadas.
 
"O exercício do perdão , a fé  e o trabalho , deverão ser  nossa meta "
Salve Deus!

domingo, 23 de junho de 2013

DUVIDAS DOS APARÁS

Salve Deus! A incorporação consciente, característica dos Iniciados na Corrente Indiana do Espaço, é sempre um tema delicado a ser tratado pelos instrutores.

Vejamos o quê acontece, passo a passo com um Apará:

Ao iniciar seu desenvolvimento mediúnico ansiedade natural toma conta do médium. Não sabe o quê esperar! Inicialmente acredita que a Entidade vai “tomar conta do aparelho” gerando um estado de inconsciência total. Vai “apagar”, como se estivesse dormindo, e despertar sem lembrar de nada.

Na verdade isso não acontece! Ao iniciar o desenvolvimento passa a sentir um leve torpor, mas que não desvanece sua consciência. Uma Entidade de Luz respeita completamente a individualidade do médium. Não vai “incorporar” 100%. Na verdade vai posicionar-se, e projetar no médium suas energias e intuições, inspirando os movimentos e palavras. Ou seja: Não vai agarrar o braço do médium e fazer com que ele se movimente. O médium sente a “vontade” natural de movimentar os braços no sentido de limpar sua aura, mas se não der o primeiro passo, se não mover-se manifestando sua concordância, simplesmente isso não vai acontecer.

Ao dar o primeiro movimento, os outros a seguir vão surgindo de forma naturalmente inspirados. A consciência continua ativa!

O mesmo se dá com as primeiras palavras. “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”. A frase não sai da cabeça, é repetida pelo instrutor, a vontade de repeti-la é grande, mas se não houver o primeiro passo, se não falar pela primeira vez, a Entidade não vai dominar suas cordas vocais e pronunciar as palavras! Quem fala é o Apará! Ele é a manifestação do fenômeno e não o fenômeno. Após as primeiras palavras a intuição se apura, e sente como se uma voz fosse “soprando” em seu ouvido as palavras a serem ditas. A voz sai normalmente um pouco alterada, resultado do torpor físico que se submete durante a mediunização, mas a consciência está desperta.

Vejam: Durante a incorporação um Apará tem total consciência do que está se passando. Pode ouvir, e quem transmite a mensagem é ele. A mensagem vem inspirada e quase nunca sabem quais são as próximas palavras que serão pronunciadas, mas amedrontando-se e não iniciando a mensagem, simplesmente não irá falar nada. Tem o total controle e domínio do fenômeno.

“Mestre, eu não lembro nada que passou nos Tronos!” Salve Deus! Após a incorporação, as lembranças vão se desvanecendo. Vão se apagando e normalmente só fica registrado o quê efetivamente pode ser útil ao médium, como uma mensagem especial e particular para ele mesmo. Repito, depois da incorporação a lembrança da comunicação vai se apagando, mas durante a comunicação a consciência é clara! Ele ouve tudo que está a sua volta!

Voltando aos movimentos... O comportamento do corpo do Apará também está sob seu controle total! A maneira como se comporta, como manipula as energias, é inspirada e jamais “tomada” a força.

Quando incorpora um “irmãozinho” o Apará sofre uma forte influência sobre seus sentimentos e desejos. Tem vontade de bater na mesa, gritar, emitir sons, movimentar-se, tomar posturas arrogantes, tentar fitar o Doutrinador. Porém nada disso é possível sem a permissão do Apará! Quem permite os movimentos, sons, etc. é sempre o Apará.

Um médium bem formado comporta-se com elegância em qualquer situação. Respeita a Entidade de Luz e o sofredor, que necessita de amor, acolhimento e Doutrina naquela hora, e não de mesclar-se nas emoções de um médium desequilibrado, que dá vazão as suas vontades de manifestar-se de forma fora do correto.

Movimentações e sons inapropriados ao nosso trabalho são na verdade desequilíbrios do médium ou erros em sua formação, onde o instrutor não soube conduzir devidamente as manifestações que se apresentavam.

Médiuns que batem na mesa, que permitem comunicações de sofredores, que voltam-se para o Doutrinador, que respiram de forma ameaçadora... São médiuns que não estão em seu equilíbrio perfeito, com falha de formação, e jamais podem ser considerados como exemplos de conduta e de “força”.

Os médiuns mais antigos são exemplos para os mais novos. No período de instrução os aspirantes são orientados justamente sobre como comportarem-se nos setores de trabalho. Porém com o tempo, passam a observar médiuns mais antigos, que adquiriram certas deformidades na incorporação, e pensando serem estas na verdade uma “manifestação de força”, acabam seguindo os mesmos passos.

Em nossa Doutrina, a Corrente Mediúnica é fidalga, elegante. O comportamento dos médiuns é discreto. Somente incorporam Entidades de Luz para os trabalhos, o quê significa que irão respeitar o médium e sua integridade física. Um sofredor ao incorporar, por menos esclarecido que seja, sentirá os efeitos benéficos da troca de energia, tranqüilizando naturalmente seu caráter revoltoso. Ele somente se manifesta de forma negativa, se encontra nos médiuns um desequilíbrio do qual possa se aproveitar.

Voltando as dúvidas... Esta total consciência nas incorporações leva muitos médiuns a duvidar de seu próprio trabalho e até mesmo a buscar refazer seu teste mediúnico. Meus irmãos e irmãs, é natural! Naquele momento em que tudo parece tão claro e consciente, ao mesmo tempo as palavras surgem intuídas, os gestos são tranqüilos e quase automáticos. A mensagem toca o coração!

“Mas será que não estou com uma interferência?” A interferência de um “irmãozinho” é de total responsabilidade do Doutrinador! Ele é quem deve identificar se algo está errado. Se houve alguma mudança de energia, se a mensagem está truncada, se está seguro de tudo que ali se passa. Um Doutrinador tem total responsabilidade sobre um Trabalho de Tronos e deve respeitosamente interferir em qualquer situação que considere duvidosa, seja fundamentada ou não. Uma Entidade de Luz não vai incomodar-se com o excesso de zelo, ao contrário, ficará feliz em saber que ali está um Doutrinador que deseja ter certeza do Trabalho e está focado em sua realização.

A aproximação de um sofredor se caracteriza pelo distanciamento da “voz” da Entidade de Luz. A mensagem vai ficando mais longe... É nessa hora em que deve fechar as mãos, e entregar-se a Doutrina e Elevação. Não tem que sentir “um peso” para isso! Qualquer distanciamento, dúvidas que surjam durante um atendimento, é sinal de que existe a possibilidade de estar aproximando-se um irmãozinho, e é hora de dar passagem a ele.

“E quando o Apará interfere na comunicação?” Este sim é o caso mais grave de interferência que pode acontecer! E tem responsabilidade real, e um altíssimo custo para o Apará. Devido a consciência do Apará no momento da comunicação, este pode se sentir tentado a realizar alguma interferência. Passando alguma mensagem pessoal ou particular para alguém de seu círculo íntimo. Este é o maior risco que um Apará corre ao atender nos Tronos principalmente a familiares, amigos e outros médiuns de sua convivência. Ao direcionar mensagens de acordo com sua vontade, a Entidade de Luz se afasta, e ele assume o risco sozinho pela sua desdita. O Doutrinador pode até identificar a situação e deve interferir se assim sentir a intuição e necessidade. Porém, a interferência do próprio Apará nas comunicações gera uma dívida exclusiva para ele mesmo. Consciência e responsabilidade. Cada um no seu papel!

Prepara-se, mediuniza-se, e desta forma, nenhum Apará precisa sentir receios de ir trabalhar nos Tronos. Lá, ele entregando-se ao Trabalho, entrega a responsabilidade ao Doutrinador. Confia nele! Na comunicação, nos gestos, apenas deixa fluir... Dá o primeiro passo e o restante vem por acréscimo!

A sincronia e precisão de nossos Trabalhos praticamente garante sua realização com perfeição. Temos toda uma ritualística energética antes de chegar aos Tronos. Nossa parte é cumpri-la com precisão e estarmos verdadeiramente bem para este trabalho.

Kazagrande

quarta-feira, 29 de maio de 2013

LICANTROPIA E CÂNCER


A licantropia é a capacidade do espírito desencarnado de moldar seu corpo etérico conforme as deformações de sua mente. Essa palavra deriva da lenda universal do lobisomem, o homem que se transforma em lobo.

Traumatizado pelo ódio, ele vai se deformando e concentrando, a ponto de ficar com o tamanho aproximado de uma cabeça de mico, onde predominam os olhos grandes, e com os braços e pernas atrofiados e colados ao corpo.

Na Corrente Indiana do Espaço, esses espíritos se chamam elítrios.

Na fixação de seu ódio, ele permanece nos planos invisíveis, aguardando a oportunidade de vingança, e assim pode ficar até por milênios. Chegado o momento do reajuste, do acerto de contas com o espírito que o levou a essa condição, ele vem para o plano físico e começa a exercer sua ação deletéria. Na maioria das vezes, nasce com o espírito de quem vai cobrar a dívida. Enquanto o recém nascido vai se formando como ser humano, ele permanece incubado, dormente. Assim que as condições físicas da vítima se apresentam favoráveis, ele começa a absorver as energias vitais.

Cada caso aparece com características próprias da situação em que a dívida se formou. Esse mecanismo é obscuro e de difícil penetração. Sua presença é verificada, no trabalho mediúnico, nos casos de doenças rebeldes e tratamentos médicos, principalmente as consideradas incuráveis.

A doença causada pelos elítrios pode estar situada em qualquer parte do corpo. Também, pode ser verificada a presença de mais de um elítrio no mesmo paciente.

A forma sutil de sua atuação faz com que, a princípio, os sintomas sejam imperceptíveis. O elítrio vai firmando seus tentáculos e, quando chega o momento, começa a sucção. A partir daí, os sintomas são alarmantes, e o paciente é levado ao médico, já sem recursos.

A aderência de um elítrio tanto pode ser em termos musculares como em centros nervosos e medulares. Sua ação, entretanto, se faz sentir em todo o organismo, pois absorve as energias sutis do paciente.

O câncer, em algumas das modalidades que se apresenta, tem essa característica. Muitas doenças, consideradas curáveis pela Medicina, não são resolvidas quando o paciente tem elítrios. Só o Mediunismo pode detectá-los e atingi-los.

TRABALHO DE JUNÇÃO

JUNÇÃO

A Junção, é um trabalho de Cura Iniciática, feita com o fluído dos Doutrinadores, utilizando-se para tal, o magnético de sete (7) forças ectoplasmáticas diferentes, que formam o aton para todas as necessidades, sem esquecer que a sua finalidade é a libertação de elítrios.
O passe na junção, é puramente magnético, extraído do aton, na individualidade do mestre iniciado, propiciando libertações na vida espiritual e material do paciente por sua ação direta nos elítrios.

Para ser efectivamente uma Junção, o paciente precisa receber sete (7) passes.
A função do Apará na Junção, é simples, pois incorpora seu Guia Médico e apenas controla seu ectoplasma, para que não se misture.
Só passam pelo trabalho de Junção, os pacientes que tenham sido expressamente indicados pelas entidades nos Tronos.
Esperamos assim, ter contribuido para o conhecimento de um trabalho, que sendo muito simples, é de uma grandeza extraordinária.

“A cura vem pelo conhecimento, e o conhecimento pelo desenvolvimento”