quinta-feira, 26 de abril de 2012


Vale do Amanhecer, doutrina  cristica ,pautada no Evangelho de Jesus 
e sua criadora é Tia Neiva .

Seus segredos ainda não foram todos desvelados, e seu Canto Universal é a cada dia mais presente neste plano.

Ela deu um Farol ao Mundo: O Doutrinador! O Terceiro Verbo em sua linha Iniciática que ilumina os planos com sua ciência e fé.

Ela trouxe a consciência ao Médium de Incorporação e o fez o Apará! A Voz Direta a nos encaminhar.

Ela deu sua vida, sua família, sua paixão e seu Amor à Missão que lhe foi confiada.

Deixou o exemplo, suas palavras escritas e toda a estrutura pronta para caminharmos. Para cumprirmos a Nossa Missão! Para deixamos de nos debater em nossos destinos cármicos e avançar pelo Amor Incondicional que semeou.

Salve Deus!




Que mais poderia fazer? Deixou tudo em nossas mãos e tudo o quê temos que fazer é trabalhar, trabalhar e trabalhar!

Trabalhar por nós mesmos. Reajustar o que um dia desequilibramos por não saber amar. Semear o Amor, o Perdão!

Trabalhar, porque pelo trabalho podemos ir além de nossos reajustes... Podemos evoluir! Ganhar de novo o direito de voltar para casa.

Trabalhar pelos que não conhecemos, por aqueles que também não fazem parte de nossos destinos cármicos e assim semear uma amizade inesquecível!

Quantos espíritos encaminhados... Quantos que poderão estar a nossa espera para nos receber ao realizarmos a nossa passagem... Rostos que nunca conhecemos, mas que nunca nos esqueceram, que nunca esquecerão o Apará, que um dia os recebeu, e o Doutrinador que um dia os encaminhou, permitindo mudar toda a sua vida, recomeçar de novo em mundo melhor.

Realmente ela cumpriu sua missão! Muitos perdem-se em suas vaidades e orgulhos... Horizontalizam uma Doutrina que nos chegou verticalmente. Mas não importa! Para estes um dia a consciência também chegará, pois depois de Tia Neiva, sempre haverá, em algum lugar, em algum tempo, um Doutrinador e um Apará, seus filhos, prontos para recebê-los incondicionalmente.

Salve Deus, Nossa Mãe! Seu tesouro não está nas mãos dos que gritam pela sua posse. Seu tesouro está no coração daqueles que seguem sua jornada ouvindo a doce melodia de seu Canto Universal que ecoará eternamente pelos filhos de amor que consagraste.

(Kazagrande)

terça-feira, 24 de abril de 2012

LAGO DE YEMANJÁ



Com relação à construção do Lago de Yemanjá, é importante o registro de uma história: Pai Seta Branca pediu a Mãe Yemanjá as forças necessárias para construir o Lago. Porém, ela disse “não”, alegando que Tia Neiva era física e não sustentaria a manutenção do trabalho. Diante disso, Pai Seta Branca afirmou que se responsabilizaria por Tia Neiva. Assim, nossa Mãe pôde buscar no mar as forças de Yemanjá.

Em janeiro de 1978, Tia Neiva, acompanhada de vários mestres e ninfas, levando consigo ainda, a pedido de Mãe Tildes, as 220 crianças do Orfanato, em 4 ônibus e 36 carros, dirige-se à cidade de Prado, na Bahia, de modo a buscar as forças necessárias para a implementação de mais um trabalho a ser manipulado pelo corpo mediúnico.


Em Prado, é realizado o ritual da Estrela Candente em plena praia. Nessa ocasião, lembram com saudades os veteranos, a Clarividente incorporou o espírito de Mãe Yemanjá.

Tia Neiva pretendia ficar em Prado por 15 dias. Porém, com o desencarne de sua mãe, ela antecipa seu retorno, juntamente com Seu Mário, Gilberto e Raul, deixando as crianças sob os cuidados de Albuquerque, Jairo, Carmem Lúcia, Vera Lúcia e Gertrudes. Mas o Lago só começa a ser construído depois que todos voltam de Prado e, com pouco tempo, fica pronto.

O Lago de Yemanjá foi inaugurado no dia 1º de maio de 1978, ano da Consagração dos Adjuntos Rama e Raja, quando estes, de joelhos, pronunciam seus juramentos. Em 1981, Tia Neiva volta a Prado com as crianças e mestres para agradecer as conquistas alcançadas, realizando uma vez mais o ritual.

Construção do lago


Extraído do Livro: Os Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer
Autora: Carmem Lúcia Zelaya.

domingo, 15 de abril de 2012

MAIS UMA COLABORAÇÃO DE KAZAGRANDE





Uma Primeira de Falange é a representante direta da Princesa Missionária que rege uma Falange. Com o crescimento interno das Falanges e, posteriormente, com a abertura de diversos Templos, tornou-se necessário ter Regentes, que representariam a Primeira da Falange.

As Regentes são missionárias que com amor, dedicação e conscientização, estão preparadas para auxiliar a Primeira na orientação da Falange, atuando em sua força decrescente.

Regente não é “quem faz a Escala”, é quem participa dela e conquista o apoio das demais irmãs, pela sua conduta, simpatia e comprometimento com a missão assumida.

Não é um “cargo” ou uma posição de destaque... É uma missão em que seu Amor, tolerância e humildade, são testadas a todo o momento. Devendo obter como resposta à conduta impecável frente suas irmãs e o Adjunto que lhe ofertou a missão.

A Regente é a que mais trabalha! Conquista por mérito e jamais por “politicagem”. Não importa sua condição material, pois pelo carisma é que elabora eventos e se faz responsável pela manutenção da Falange com seus pequenos gastos, supridos pela união que cativa em torno da missão.

Nunca se ilude com posições e deferências, pois sabe que o real valor não está visível aos olhos físicos. Procura sempre o Presidente do Templo para tê-lo como referencial, ou, com o crescimento numérico de participantes, solicita um Adjunto de Apoio para abrir as reuniões e auxiliar no planejamento doutrinário.

Nas reuniões de Escala oferece equitativamente todas as oportunidades a quem esteja disposta a assumi-las. Não tem preferências, pois todas são suas irmãs. Para ela resta a Escala que não puder ser preenchida, pois já tem o compromisso de estar presente em todos os trabalhos em que a Falange esteja sendo necessária (salvo por impedimento real).

Recordando, a Primeira tem o “status” de Adjunto de Povo. É a representante de “nossas Ministras”, com todas as regalias, compromissos e principalmente responsabilidades de qualquer Arcano de Raiz.

A Regente é sua representante, e, portanto, com as mesmas diretivas de compromisso total com a Humildade, Amor e Tolerância, acolhendo, no caso de um Templo do Amanhecer, seu “povo” e tratando-o de acordo com a Lei do Adjunto.

Tirania, soberba, poder temporal e vaidade, não fazem parte da vida de qualquer missionária, e jamais, repito, JAMAIS, podem estar no coração de uma Regente.

Kazagrande
osted: 10 Apr 2012 10:48 AM PDT

Minha Ninfa trabalhou até os últimos dias de gravidez (nas duas gestações), lá no Templo Mãe.

A gestante deve ter muitos cuidados com sua missão, pois aquele ser que está gerando necessita toda sua atenção, seu amor e seu carinho.

Enquanto feto, após o terceiro mês de gestação, o ser humano já tem seu espírito preso pela centelha divina ao corpo em formação, e recebe vibrações de todas as situações em seu redor.

Tia Neiva nos ensinou que uma gestante não tem necessidade de passar numa Indução (seja como paciente ou trabalhando). Pois poderia ocorrer um caso de arraigamento de um elítrio ao feto, assim, não é permitida a passagem, pela Indução, de gestantes com mais de três meses de gravidez, pois há o perigo de ocorrer uma Infusão: o elítrio, que por Deus já está acrisolado no feto, em seu destino cármico, pode ser desprendido pela força da Indução, causando a morte do feto, pois aquela encarnação perde sua finalidade na Terra. Na Junção não existe este risco, porque é uma força de cura luminosa, e não, como na Indução, onde age uma força de cura desobsessiva. Nos Tronos, a gestante também não corre riscos, pois, apesar de ser uma força desobsessiva, esta age de forma esparsa, diluída pelos Mentores.

Desta forma a gestante pode realizar, até o limite de sua resistência, qualquer trabalho, usando, após o terceiro ou quarto mês de gestação, uma indumentária apropriada, exceto a Indução, que deve ser evitada mesmo no princípio da gravidez, porque pode ocorrer erro na contagem do tempo.

Indumentárias - Deve usar seu vestido branco.  Para trabalhos em que deva usar indumentárias de Ninfa Lua ou Sol, existe um vestido azul marinho (nunca preto) igual o da foto. No caso de indumentária de falange missionária, a Primeira da Falange lhe dará a orientação. A indumentária de Escrava, e de Ninfa Sol, pode ser usada a princípio, enquanto não exija ajustes nas costuras.

Kazagrande


Com certeza, nos momentos em que perdemos nossa sintonia nos Trabalhos e Rituais, nos colocamos a mercê de forças esparsas. Ideal para desperdiçarmos energias valiosas para a Espiritualidade e para nós mesmos, para nossa Evolução.

Um dos maiores malefícios que assola nossa tribo é a fofoca! Imagino como seja triste para nossos mentores observar seus tutelados desperdiçando valiosas energias, que poderiam ser empregadas em favor da cura desobsessiva dos necessitados, jorrando para a alimentação de correntes negativas e vibrações de egoísmo, inveja e recalque.

Para iniciar uma fofoca, além do “fofoqueiro de plantão”, falador nato, desprovido de bondade em seu coração, é necessário ao menos um receptor para seus mexericos, suposições e venenos.

Este receptor, por vezes desavisado e com certeza despreparado, completa a interligação, formando uma corrente que a ninguém irá beneficiar.

Falar de coisas que não se pode resolver, da conduta de outros irmãos e da inveja dissimulada em boa vontade, é o mote principal do início destas tristes correntes.

Uma receita simples, muitas vezes já distribuída pela internet, e que a maioria já conhece sem dar a devida atenção, é uma forma de destruir quase todos os tipos de maledicência, perversidade, falta de humildade e síndrome de “sabe-tudo”.

Verdade? - Está absolutamente certo que o quê vai contar (ou ouvir) é verdadeiro?

Bondade? – Vai falar algo bom? Vai fazer algum bem, para alguém, falar (ou ouvir) isso?

Utilidade? – Vai me servir para alguma coisa contar (ou ouvir) isso?

Se o quê deseja dizer-me não é verdade, nem bom e nem tão pouco me será útil, qual o meu interesse em saber?    Nada mais a acrescentar...

Kazagrande

terça-feira, 27 de março de 2012

PARA MEDITAR!







VALE A PENA LER E REPASSAR.....


EMOCIONANTE!!!

O valor de nossos pais!!!




Um jovem de nível académico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.

O director descobriu através do currículo que as suas realizações academicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

O director perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?" o jovem respondeu, "nenhuma".

O diretor perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."

O diretor perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."

O diretor pediu que o j ovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor perguntou, "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."

O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência academica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"

O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."

O diretor pediu, "Por favor diz-me o que sentiste."

O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Quais são as pessoas com mãos enrugadas por mim?

segunda-feira, 26 de março de 2012









Não se Engane








E não se engane. Aqui também temos de escolher nosso caminho. Ninguém
trabalha por ser obrigado, mas por desejo de servir, para poder conversar
com Deus e dizer:
"Pai, eu estou servindo ao meu irmão,
porque aprendi com Jesus que a caridade é bálsamo
que alivia as dores de quem a pratica.
Pai, dê-me forças para esquecer meu sofrimento,
minorando as dores alheias.
Ajude-me, meu criador, a ter compreensão
para entender meu semelhante.
Aumente o amor em meu coração.
Aceite, Pai, a pequena oferta que lhe faço hoje
do meu ínfimo trabalho na Seara de Jesus".
Que Deus ajude a todos vocês a se manterem equilibrados no propósito que
lhes tem norteado a existência terrena.




Luiz Sergio
Mensagem de 7/3/1975
Extraído do Livro: "O Mundo que Eu Encontrei"
Psicografia: Alaíde de Assunção e Silva